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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Os juros serão altos por um “período mais prolongado”, diz o Banco Central

VEJA Mercado: ata do Copom indica que juros vão subir mais e ficarão altos por mais tempo

Por Josette Goulart Atualizado em 21 jun 2022, 09h07 - Publicado em 21 jun 2022, 09h00

VEJA Mercado | Abertura | 21 de junho

O inverno chegou e os investidores estão a caça dos sinais do Banco Central para o que vai acontecer com a trajetória de juros. Já estava claro desde o resultado da reunião do Copom de que já está contratada uma nova alta de juros na próxima reunião. E agora com a divulgação da ata do Copom, o BC informa que para continuar seguindo a meta de inflação terá que manter a “taxa de juros em território significativamente contracionista por um período mais prolongado que o utilizado no cenário de referência”. Resumindo, os juros serão altos por um período prolongado. Sobre a possibilidade de novas altas para além da próxima reunião, o BC deixa claro que vai depender dos preços das commodities e que vai manter a estratégia até verificar uma desinflação. E não necessariamente ela virá com as medidas que estão sendo votadas no Congresso para reduzir os impostos dos combustíveis, já que o efeito pode ser de curto prazo e temporário. A Selic está em 13,25% e a indicação é que vá a 13,85%. Com Selic em alta, os efeitos vão sendo sentidos em toda a economia desde a taxa de juros do financiamento imobiliário subindo até os investidores fugindo do risco e da bolsa.

Além dos juros, a Petrobras (PETR4) segue no radar. O presidente Jair Bolsonaro insiste em uma CPI, o que é visto como mais uma pressão para que o conselho escolha logo Caio Mario de Paes Andrade para o cargo de presidente. Como há uma vaga no conselho em aberto com a saída de José Mauro Coelho, o conselho pode eleger um novo membro e assim nomeá-lo presidente, mesmo antes da assembleia de acionistas. Bolsonaro quer garantir com isso que pelo menos até as eleições não aconteçam novos reajustes dos combustíveis. 

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