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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

O ano do amor, segundo o JP Morgan

Aplicativos para quem busca relacionamentos estão entre recomendações de investimento do banco americano

Por Felipe Erlich 23 Maio 2022, 09h55

Analistas do JP Morgan classificaram o setor de sites de relacionamento, que movimenta 7 bilhões de dólares no mundo anualmente, como seu favorito de 2022 para empresas de baixa e média capitalização, como consta na edição do mês de maio do relatório ‘Guia de Negócios de Internet nos EUA’. Porém, o setor de relacionamentos online tem seus destaques: o grupo Match, que é dono do Tinder, e o Bumble. O primeiro representa 50% do mercado, enquanto o segundo detém 13%, sendo os dois maiores players. O Bumble, menos conhecido que seu rival, busca promover o empoderamento feminino uma vez que, em caso de match entre um homem e uma mulher, a mulher deve ser quem inicia a conversa. A fundadora e CEO é  Whitney Wolfe Herd, de 32 anos.

Devido ao ambiente de alta taxa de juros, o J.P. Morgan reforçou a recomendação de investimento em empresas com forte lucratividade e perspectiva de crescimento em 2022. Tanto Match quanto Bumble foram citados como bons exemplos, ambos tendo margem de Ebitda de 25% ou mais. Dentre os fatores externos que agem a favor dessas empresas, estão a reabertura com o atenuamento da pandemia, a previsão do banco de que a Apple reduzirá a taxa que cobra sobre assinaturas de apps, além do aumento de usuários ativos, com expansão internacional das empresas. O plano de assinatura do Bumble foi considerado pelo J.P. Morgan como o mais promissor dentre todos os analisados, tendo o analista Cory Carpenter escolhido a empresa como a que mais se destacou no relatório. O cenário promissor já leva em conta que ambos os negócios são prejudicados pela guerra na Ucrânia, com previsão de que a Match perderá 10 milhões de dólares em receita por trimestre em 2022 por conta do conflito.

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