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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Na volatilidade da guerra, petróleo abre semana em alta e acima de US$ 112

VEJA Mercado: Investidores abrem a semana sem grande motivos para acreditar que a guerra acabará em breve

Por Josette Goulart Atualizado em 21 mar 2022, 11h07 - Publicado em 21 mar 2022, 08h56

VEJA Mercado | Abertura | 21 de março.

A semana começa com o petróleo subindo mais de 4% e é cotado a 112 dólares nesta segunda-feira. Na semana passada, a commodity chegou a cair abaixo de 100 dólares, depois da notícia do aumento de casos de Covid na China. A queda veio poucos dias depois de a Petrobras anunciar um aumento dos preços dos combustíveis e a empresa sofreu pressão de todos os lados. Mas a Petrobras havia deixado claro em seu comunicado que todo o reajuste que estava promovendo não estava sendo afetado pela volatilidade dos preços do petróleo com a guerra. E a volatilidade como se vê é muito grande. O novo movimento de alta do petróleo neste início de semana vem na falta de perspectiva dos investidores sobre um fim da guerra na Ucrânia. O presidente ucraniano chegou a falar em terceira guerra mundial neste fim de semana, caso não haja um acordo com a Rússia. Outro motivo foram os ataques a maior petroleira do mundo na Arábia Saudita, que levou a empresa a anunciar redução temporária de produção.

As commodities em geral seguem subindo e a preocupação com a inflação mundial dita os mercados. Nesta segunda-feira, o presidente do banco central americano, Jerome Powell, vai falar para empresários e a expectativa é grande sobre o que o homem dos juros americanos poderá dizer uma semana depois de o Fed ter iniciado um ciclo de altas de taxas. Lembrando que este ciclo começou não por causa da guerra, mas por conta dos efeitos dos planos econômicos da pandemia.

Outra informação importante da semana será a ata da Copom brasileiro. O BC já sinalizou que deve fazer um novo aumento do mesmo patamar da semana passada, mas qualquer recado novo ou mais incisivo poderá ser importante.

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