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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Decisão que era favorável a MMX, de Eike Batista, é revertida pela Justiça

Juiz responsável pela recuperação judicial impediu o distrato da venda de uma mina em Corumbá pelo grupo MMX para a Vetorial Mineração

Por Felipe Mendes, Machado da Costa Atualizado em 7 dez 2020, 15h57 - Publicado em 7 dez 2020, 13h01

A mineradora MMX, integrante do conglomerado de empresas criadas por Eike Batista, teve a decisão favorável que anulava a cessão da Mina Emma à empresa Vetorial Mineração suspensa. A Justiça considerou que é nulo o distrato do contrato que permitia à Vetorial explorar o local e parte da unidade produtiva de Corumbá (MS). A liminar foi expedida após pedido da Vetorial Mineração, que administra o complexo atualmente.

Ao justificar a anulação do distrato de arrendamento da mina Emma, o juiz Paulo Assed não menciona violações de governança corporativa, o que era o principal argumento da atual diretoria da MMX para manter a subsidiária. O complexo, segundo a recuperação judicial da mineradora e a decisão da Justiça, deve ser vendido para a Vetorial ou para outra empresa que queira explorar a região a partir de 2022. A atual gestão da empresa de Eike Batista, no entanto, tenta reverter isso. A MMX deve recorrer.

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