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Maioria dos internautas acha que fake news vão influenciar as eleições

QualiBest aponta que a ampla maioria dos brasileiros reconhece o aumento de notícias falsas no país e confiam menos em informações obtidas em redes sociais

Por Felipe Erlich
Atualizado em 30 set 2022, 10h58 - Publicado em 30 set 2022, 10h31

Cerca de 55% dos respondentes de estudo da QualiBest acreditam que a disseminação crescente de notícias falsas deve influenciar os resultados das eleições deste ano. A ampla maioria, 95% dos pesquisados, considera que o consumo desse tipo de informação falsa tem aumentado no Brasil. Os dados são de levantamento feito em parceria com a Agência Virta em julho que ouviu pessoas de 18 a 65 anos de idade das classes A, B e C. Além de opiniões a respeito de fake news, o estudo identificou hábitos de consumo e checagem de notícias dos internautas, mostrando que 92% deles têm contato com notícias na sua rotina e mais de 94% consideram importante checar essas informações. Entretanto, 60% responderam que não conhecem nenhuma agência especializada em checagem de notícias.

Apesar de desconhecerem agências especializadas no tema, 96% das pessoas dizem conferir a veracidade de informações que recebem. Destes, 55% dizem checar independentemente da fonte, enquanto 41% checam somente quando desconfiam do tema. Sobre a maneira como as notícias chegam aos internautas, 75% dizem se informar via redes sociais, 65% através de portais de notícias e 26% utilizando a mídia impressa. Mesmo sendo mais populares, as redes sociais são consideradas a fonte mais confiável de informação para apenas 13% das pessoas. A sócia-diretora do Instituto QualiBest, Daniela Malouf, comenta a confiabilidade das redes. “Podemos ver que a credibilidade dos jornalistas, sejam os que trabalham em portais online, no rádio ou TV, ainda tem relevância frente ao que é recebido em redes sociais e aplicativos de mensagem. Ou seja, o jornalismo profissional é mais confiável”, diz.

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