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Governo não parece ter muita vontade de cumprir a meta, diz Ricardo Rangel

VEJA Mercado: Colunista de VEJA afirma que expansionismo fiscal rema na direção contrária à meta e que a desoneração da folha é uma "comédia de erros"

Por Luana Zanobia
Atualizado em 30 jan 2024, 15h40 - Publicado em 30 jan 2024, 10h39

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem com queda 0,36%. O movimento de queda foi praticamente generalizado: das 87 ações que compõem o índice, 67 caíram, com destaque para as ações da Gol, que recuaram 33,6%. Entre as poucas que conseguiram resistir ao pregão, a varejista Magazine Luiza se destacou após anunciar um aumento de capital de R$ 1,25 bilhão de reais. Nesta terça-feira, 30, o mercado amanhece com sinais mistos: os futuros americanos operam com baixa e as bolsas da Europa sobem. Por aqui, o mercado opera em compasso de espera da decisão do comitê de política monetária, o Copom, que inicia hoje a reunião para decidir sobre a taxa de juros. A decisão do colegiado será informada na quarta-feira 31, mas não deve trazer surpresa — é consenso no mercado mais um corte de meio ponto percentual, para 11,25% ao ano. Nesta terça-feira, 30, o Boletim Focus, relatório semanal no Banco Central, reduziu pela terceira semana consecutiva a projeção para a inflação, com o IPCA caindo de 3,86% para 3,81%. Essa é uma boa notícia em dia de pré-decisão do Copom, que sinaliza que o Banco Central pode continuar a cortar os juros. Luana Zanobia entrevista Ricardo Rangel, colunista de VEJA.

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