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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Galpões logísticos das empresas já ocupam 240 campos de futebol

Amazon, Magazine Luiza, Mercado Livre são alguns exemplos de empresas que expandiram seus centros de distribuição pelo país

Por Josette Goulart 15 mar 2021, 19h51

Amazon: 4 novos centros de distribuições. Mercado Livre: 4 novos centros de distribuições e dois a caminho. Magalu: mais 4. E por aí a conta foi indo durante o ano de 2020 em que o comércio eletrônico explodiu por conta da pandemia do coronavírus. O resultado é que os galpões logísticos passaram a ocupar mais de 1,7 milhão de metros quadrados no país, cerca de 80% a mais do que no anterior. Outros 1,2 milhão de metros quadrados devem ser ocupados neste ano, segundo dados da consultoria Cushman & Wakefield. A taxa de vacância está em 13%. Em 2017, era 23%. O advogado imobiliário Rodrigo Mutti, do escritório Silveiro Advogados, diz que 13% ainda é uma taxa alta de vacância, mas que isso acontece porque muitos galpões podem estar ainda em construção ou em péssimas condições, em lugares pouco favoráveis. Na região de São Paulo, o advogado conta que a procura por galpões é tão grande que um cliente seu quis comprar mesmo depois de saber que o galpão tinha pego fogo.

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