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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Chefe do JP Morgan prevê um ‘boom’ da economia americana até 2023

Jamie Dimon diz que tem poucas dúvidas de que a economia dos Estados Unidos viverá um boom nos próximos anos, mas ao mesmo tempo faz um seguro de si mesmo

Por Josette Goulart Atualizado em 7 abr 2021, 15h16 - Publicado em 7 abr 2021, 09h01

Jamie Dimon, CEO e presidente do Conselho de Administração do JP Morgan, um dos principais bancos americanos, escreveu em sua carta anual aos acionistas que está confiante que a economia americana terá um boom nos próximos anos. “Tenho poucas dúvidas de que com o excesso de poupança, novos estímulos, gastos com déficit enorme, mais QE (afrouxamento monetário), um novo projeto de lei de infraestrutura em potencial, uma vacina bem-sucedida e euforia em torno do fim da pandemia, a economia dos EUA provavelmente terá um boom”, escreveu Dimon na carta. “Esse boom pode facilmente chegar a 2023 porque todos os gastos podem se estender até 2023.”

A maior probabilidade, segundo Dimon, é que os Estados Unidos vivam um momento “Cachinhos Dourados”, em alusão à fábula infantil “Os Três Ursos” em que uma menina prova três tigelas de mingau e descobre  que prefere aquele que não está nem muito quente, nem muito frio,  mas na temperatura certa. No caso da economia americana, haverá um “crescimento rápido e sustentado, inflação que sobe suavemente (mas não muito) e taxas de juros que aumentam (mas não muito)”.

Mas o próprio Dimon faz um hedge, um seguro, das suas previsões e diz que este cenário “Cachinhos Dourados” pode muito bem não se concretizar e aponta a possibilidade de dois cenários negativos: variantes virulentas da Covid-19 resistentes à vacina que derrubam novamente a economia e aumento da inflação que não seja temporário e nem lento, forçando o Fed a aumentar rapidamente as taxas de juros. A carta foi enviada nesta quarta-feira, 07, aos acionistas e pode ser lida neste link

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