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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Bolsa passa quase todo o pregão em queda, mas vira no final

VEJA Mercado: Ibovespa engata segunda alta consecutiva na esteira da Petrobras: dólar cai

Por Diego Gimenes 25 ago 2021, 18h51

VEJA Mercado | Fechamento | 25 de agosto.

Aos trancos e barrancos, o Ibovespa conseguiu fechar sua segunda alta consecutiva. O índice subiu 0,50% após operar em baixa durante boa parte do dia. O IPCA ligeiramente acima das projeções do mercado e o decreto do governo estabelecendo uma economia forçada de energia para a administração pública preocuparam os investidores. Mas as falas do presidente da Câmara, Arthur Lira, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sinalizando responsabilidade com o teto de gastos, no dia anterior, ainda reverberaram positivamente, segundo alguns analistas. Além disso, a renovação das máximas históricas de bolsas internacionais como Nasdaq, Dow Jones e S&P 500, melhoraram o humor do mercado. “As atenções estão voltadas para o discurso de Jerome Powell na sexta-feira sobre a política de estímulos dos EUA”, diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos. O Ibovespa fechou em alta de 0,50%, a 120.817 pontos.

Impulsionada pelo terceiro dia consecutivo de alta na cotação do petróleo e pela escalada no preço da gasolina no Brasil, a Petrobras subiu 0,54% no dia. Já a Vale, mesmo com o avanço do minério de ferro na bolsa de Dalian, fechou em ligeira queda de 0,21%. “A correção dos papéis da Vale nas últimas semanas foram muito fortes e exageradas. Era sabido que, em algum momento, a cotação do minério de ferro se estabilizaria. Essas empresas venderam o minério futuro quando ele estava nas máximas, logo, não é algo que vá prejudicar o crescimento”, avalia Viviane Vieira, operadora de renda variável da B.Side Investimentos. No lado das baixas, os destaques negativos ficaram por conta de Banco Inter e Americanas, que recuaram 4,42% e 1,35%, respectivamente.

A melhor perspectiva fiscal para o Brasil também contribui para a valorização do real frente ao dólar. A moeda americana fechou em queda de 0,97%, a 5,211 reais.

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