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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Bilionário faz apelo dramático para que Fed suba agressivamente os juros

Bill Ackman diz que se o Fed não fizer seu trabalho para conter a inflação, o mercado vai fazer, o que pode implodir os mercados

Por Felipe Erlich 24 Maio 2022, 19h45

“Inflação fora de controle. Expectativas de inflação fora de controle. Mercados implodindo.” Assim o  bilionário Bill Ackman, dono da gestora de fundos de hedge Pershing Square, começou uma thread na sua conta oficial do Twitter para criticar duramente a política do banco central americano, o Fed. Ackman fez um apelo dramático pedindo um aumento expressivo da taxa de juros americana. Segundo ele, a instituição não está fazendo o suficiente para conter a “inflação fora de controle”  e zelar pela economia. Ele disse que os mercados estão implodindo porque investidores não estão confiantes que o regulador vai conseguir conter a inflação e o risco para que chegue aos dois dígitos é real. Ackman descreve um cenário dramático para os Estados Unidos com as vagas de emprego sem precedentes, 3,6% de desemprego, desequilíbrios de oferta/demanda de longo prazo em energia, agricultura e alimentos, habitação e trabalho, e com a espiral de preços e salários que está em curso, não há perspectiva de uma redução material na inflação. “A menos que o Fed aumente agressivamente as taxas, ou o mercado de ações quebre, catalisando um colapso econômico e destruição da demanda”, escreveu o bilionário.

Ackman  considera que o órgão regulador já perdeu credibilidade por sua incompetência durante a crise e deve fazer “o que for necessário” para combater a alta de preços. Contudo, afirma que basta os investidores terem confiança na diminuição da inflação para que as ações voltem a subir. No último mês, o índice S&P 500 caiu mais de 8%, enquanto a Nasdaq apresentou queda de mais de 13%. Já a inflação americana atingiu um acumulado de 8,3% ao ano no mês de abril, chegando próxima dos dois dígitos, um dos maiores níveis em 40 anos.

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