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Assédio e Copa América: patrocinadores e a crise com a seleção brasileira

Copa América em meio à agravamento da pandemia e denúncia de assédio sexual contra presidente da CBF deixaram patrocinadores em sinuca de bico

Por Josette Goulart
7 jun 2021, 12h43

A realização da Copa América em meio a uma expectativa de uma terceira onda da pandemia e denúncias de assédio sexual contra o presidente da CBF, Rogério Caboclo, deixaram os patrocinadores da seleção brasileira em uma sinuca de bico nos últimos dias. No caso das acusações contra o presidente da CBF, Rogério Caboclo, foi mais fácil se posicionar. Já na sexta-feira, diante da gravidade das acusações, o Itaú foi o primeiro a se manifestar sobre as denúncias, dizendo que se mostrava preocupado e exigindo uma investigação profunda e célere. A maior parte dos patrocinadores seguiu o tom do Itaú. Com a decisão do comitê de ética da CBF de afastar Caboclo por 30 dias, os patrocinadores respiraram aliviados, pelo menos por enquanto. Mas já sabem que terão que se preocupar caso o dirigente volte à presidência.

Já sobre a Copa América, o buraco é mais embaixo. Na quinta-feira, 3, o técnico Tite deu a entender que a seleção não participaria da Copa América, que se tornou polêmica ao ser confirmada que vai acontecer no Brasil, em meio à pandemia. A realização dos jogos no Brasil foi negociada com o presidente Jair Bolsonaro pelo agora afastado Rogério Caboclo e desagradou os jogadores que achavam que a competição seria cancelada. Os jogadores,  em especial os europeus, não querem estar no centro da pandemia, correndo riscos, por muito tempo. Eles hoje estão reunidos por conta de jogos pela eliminatórias da Copa do Mundo. Os patrocinadores preferiram o silêncio, já que não patrocinam diretamente os jogadores.

A tendência, no entanto, é que apoiem a decisão que for tomada e aguardam o posicionamento oficial do técnico Tite. De acordo com a GloboNews, a seleção voltou atrás decidiu participar da Copa América e devem divulgar um manifesto criticando a realização dos jogos, que foram rejeitados por Colômbia e Argentina por conta da pandemia.

Entre os principais patrocinadores da  seleção estão Itaú, Vivo, Ambev, Gol, Semp, Nike, Mastercard e Cimed.

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