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Radar Econômico

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A dura previsão para a economia do Brasil após Copom e PEC de Lula

VEJA Mercado: taxa Selic pode não ceder em 2023 como é amplamente esperado pelo mercado

Por Diego Gimenes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 8 dez 2022, 09h33 - Publicado em 8 dez 2022, 09h29

O Credit Suisse atualizou suas estimativas e prevê um duro cenário para a economia brasileira em 2023. O banco suíço aumentou de 11,75% para 13,75% ao ano a projeção de taxa Selic para o final de 2023. Em outras palavras, os economistas não trabalham mais com nenhum corte nos juros do Brasil no ano que vem. O Conselho de Política Monetária (Copom) decidiu na noite de quarta-feira, 7, manter a Selic nos atuais 13,75% ao ano. A guinada altista do Credit Suisse acontece em meio às discussões a respeito da PEC da Transição elaborada pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta prevê retirar cerca de 168 bilhões de reais da regra do teto de gastos e pode aumentar as expectativas de inflação no país.

“Projetamos que o Banco Central mantenha a taxa Selic em seu nível atual ao longo de 2023, dadas nossas expectativas de que a incerteza fiscal não diminuirá e que a expansão fiscal de curto prazo empurrará a inflação para cima”, diz o banco em relatório enviado a clientes. “O início do ciclo de flexibilização deve ocorrer apenas no terceiro trimestre de 2024, na hipótese de que haverá menos incerteza quanto ao quadro fiscal”, conclui. O Boletim Focus da última segunda-feira, 5, já havia identificado um leve aumento de 11,5% para 11,75% na mediana das projeções do mercado para a Selic em 2023.

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