Veja Digital - Plano para Democracia: R$ 1,00/mês
Paraná Por VEJA Correspondentes Política, negócios, urbanismo e outros temas e personagens paranaenses. Por Guilherme Voitch, de Curitiba

Sem principais lideranças, acampamento pró-Lula vai da euforia à tristeza

Informações desencontradas davam conta de que o ex-presidente se preparava para deixar a Superintendência da PF; houve correria e lágrimas

Por Guilherme Voitch Atualizado em 19 dez 2018, 23h11 - Publicado em 19 dez 2018, 21h42

A notícia de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria solto nesta quarta-feira, 19, beneficiado por uma decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), animou o acampamento pró-Lula, montado ao lado da sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) do Paraná, em Curitiba.

Geralmente vazio durante às quartas-feiras – as visitas a Lula ocorrem nas segundas e quintas – o acampamento foi se enchendo de militantes durante a tarde. Com faixas, bandeiras e foguetório, a militância gritava palavras de ordem a favor do ex-presidente. Uma caixa de som ia explicando aos presentes a decisão de Mello, chamado de “magistrado corajoso” e “imparcial”.

Em alguns momentos, houve correria e lágrimas com informações desencontradas, dando a entender que Lula já estaria na portaria da PF e se preparava para deixar o prédio. “Tá saindo, vou dar um beijo nele”, gritava uma militante vestida com uma camiseta estampada com a foto do ex-presidente. Sem nenhuma figura importante da direção nacional do PT presente, lideranças regionais do partido, do MST e da CUT tentavam organizar o que seria a recepção ao ex-presidente, prometendo a saída do petista “daqui a pouquinho”.

Sem tempo

Porém, não houve tempo hábil sequer para que as lideranças nacionais chegassem ao acampamento. A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, chegou a anunciar que estava embarcando para Curitiba e o advogado Cristiano Zanin estava em voo para a capital paranaense quando Toffoli enterrou as chances de Lula ser solto por volta das 19h50.

Na frente da PF, lágrimas e palavras de ordem por resistência. Alguns militantes mais exaltados falavam em tirar Lula “à força”. Outros trocavam ofensas com membros do Movimento Brasil Livre (MBL) que se concentravam a alguns metros dos militantes lulistas.

No começo da noite, a maioria dos militantes já tinha ido embora e os demais se aglomeravam no acampamento Lula Livre cantando e esperando a chegada das lideranças petistas.

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Plano para Democracia

- R$ 1 por mês.

- Acesso ao conteúdo digital completo até o fim das eleições.

- Conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e acesso à edição digital da revista no app.

- Válido até 31/10/2022, sem renovação.

3 meses por R$ 3,00
( Pagamento Único )

Digital Completo



Acesso digital ilimitado aos conteúdos dos sites e apps da Veja e de todas publicações Abril: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Placar, Superinteressante,
Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)