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Pastoral chega a 3,8 mil crianças atendidas no Haiti

Oito anos depois da morte de Zilda Arns no terremoto que destruiu o país, haitianos são prioridade para braço internacional da entidade

Por Guilherme Voitch Atualizado em 30 jul 2020, 20h36 - Publicado em 12 jan 2018, 14h33

Oito anos depois da morte da médica Zilda Arns no terremoto que destruiu o Haiti, o país caribenho está entre os principais focos de ação da Pastoral da Criança Internacional. São 3.802 haitianos de zero a seis anos de idade, acompanhados por 289 voluntários.

Fundadora da Pastoral e personagem que se confundia com a própria entidade, Zilda Arns morreu no desabamento de uma igreja na capital Porto Príncipe em 12 de janeiro de 2010, enquanto apresentava seu trabalho para religiosos haitianos. “Ela estava plantando a semente e, claro que até por conta desse esforço, temos o Haiti como uma prioridade”, explica o também médico Nelson Arns Neumann, filho de Zilda e atual coordenador da Pastoral.

A entidade atua em outros onze países, atendendo mais de 14 mil crianças. Guatemala, Moçambique e Guiné-Bissau são, junto ao Haiti, os países onde a Pastoral trabalha mais fortemente e que servem de referência para outras localidades.

A atuação no Haiti começou em Fort-Liberté, cidade na fronteira com a República Dominicana. “Na época era complicado atuar em Porto Príncipe. Até por questões de segurança. Por isso começamos em Fort Liberté. Hoje, há crianças atendidas na capital e também na cidade de Hinche (100 km de Porto Príncipe)”, diz Nelson.

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A atuação da Pastoral Internacional reproduz o modus operandi adotado no Brasil desde os anos 1980. A Pastoral treina e capacita os voluntários que visitam as casas das famílias pobres, dando orientações sobre hábitos de saúde, higiene e alimentação e ensinam as mães a preparar o soro caseiro.

As lideranças mantém relatórios atualizados com informações sobre cada criança e mãe. “A ideia é que um zele pelo outro na comunidade”, explica Nelson. A taxa de mortalidade infantil no Haiti é de 63 óbitos por mil nascidos vivos. Nas comunidades atendidas pela Pastoral, o índice cai para sete por mil nascidos vivos.

Dentro do Brasil, a atuação da Pastoral tem sido um pouco diferente, explica o médico. “Hoje não se vê mais aquela desnutrição infantil que tínhamos antigamente e que encontramos em outros países.” A preocupação com a saúde da criança passou a ser mais ampla, especialmente nos chamados primeiros mil dias, que envolvem a gestação e os dois primeiros anos de vida. Atualmente, a Pastoral da Criança acompanha 944 mil crianças de 0 a 6 anos em 787 mil famílias brasileiras.

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