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O Som e a Fúria

Por Felipe Branco Cruz
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Vocalista do Rush, Geddy Lee, deverá vir ao Brasil em março de 2024

O baixista pode vir ao país para lançar sua autobiografia, 'My Effin' Life', que será lançada em novembro de 2023

Por Felipe Branco Cruz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 14 Maio 2024, 00h26 - Publicado em 6 jul 2023, 11h25

Geddy Lee, baixista e vocalista do grupo canadense Rush, deverá vir ao Brasil em março de 2024 para o lançamento de sua autobiografia, My Effin’ Life (ainda sem título em português) com lançamento mundial previsto para 14 de novembro deste ano, inclusive no Brasil. O músico não deverá fazer shows no país, participando apenas de eventos de lançamento do livro, com leituras e bate-papos com os fãs.

A última apresentação do Rush no país ocorreu em julho de 2010, com a turnê do álbum Moving Pictures. Desde então, o grupo começou a se afastar dos palcos após a descoberta de um câncer no cérebro do baterista Neil Peart. O último show da banda foi 1º de agosto de 2015, nos Estados Unidos. O artista morreu em abril de 2020 em decorrência da doença. “Ele queria manter privado. E nós fizemos isso. Foi difícil. Não posso dizer que foi fácil, porque não foi. O diagnóstico dizia que ele teria, no máximo, 18 meses. Durou três anos e meio. Foi um fluxo constante de visitas para lhe dar apoio”, disse Geddy Lee em entrevista recente.

Em uma postagem em setembro de 2021, Geddy Lee comentou sobre a biografia:

“Então, como matei o tempo durante a pandemia? Mais de um ano e meio – o tempo mais longo que passei em Toronto desde que tinha dezenove anos e cheguei ao circuito de bares do norte de Ontário com o Rush. Embora Nancy e eu tivéssemos que cancelar um monte de aventuras que planejávamos, havia alguns aspectos positivos a serem encontrados em casa: ensinar meu neto os melhores pontos do beisebol e observação de pássaros, cuidando de meus filhotes (um dos quais estava bastante doente) e passando as noites com minha amada cara-metade, copo de Armagnac na mão, enquanto assistíamos a todos os shows de mistério europeus já produzidos. Ah, e outra coisa: comecei a escrever. Palavras, quero dizer. Meu amigo e colaborador no Big Beautiful Book Of Bass, Daniel Richler, viu como eu estava lutando após o que Neil Peart estava passando, e tentou me persuadir a sair do meu blues com alguns contos engraçados de sua juventude, desafiando-me a compartilhar os meus em troca. Então eu fiz – relutantemente no começo, mas depois lembrando, oh sim, eu gosto de lutar com as palavras. É uma versão menos física de discutir com notas musicais, sem um Ricky doubleneck quebrando minhas costas! E logo minhas histórias de passos de bebê estavam se tornando capítulos de adultos. Sendo o obsessivo nuclear que sou, eu os escreveria e reescreveria, reavaliando perspectivas na narrativa não apenas vasculhando meus bancos de memória, mas também meus diários e pilhas de álbuns de fotos. Eu estava reunindo um mistério de um tipo diferente. Eu então enviaria essas histórias melhoradas e até mesmo ilustradas para Daniel, que limparia um pouco da gramática e removeria muitos palavrões (eu adoro xingar) e pronto! Em uma voz que soava, bem, assim como eu, um relato épico e apresentável da minha vida dentro e fora do palco estava tomando forma: minha infância, minha família, a história da sobrevivência de meus pais, minhas viagens e todo tipo de bobagem que passei demais tempo obcecado. E Daniel disse: ‘Acho que você está escrevendo um livro. Um livro de memórias de verdade, na verdade.’ Ao que respondi: ‘Hmm… acho que sim”.

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Capa da autobiografia de Geddy Lee, 'My Effin' Life'
Capa da autobiografia de Geddy Lee, ‘My Effin’ Life’ (//Divulgação)

 

 

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