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Argentina sofre com a inflação e Brasil atrasa reformas 

Maiores economias da região, comandadas por Governos pró-mercado, ainda patinam

Por Mar Centenera, El País
12 jan 2018, 01h00

Maiores economias da América do Sul, Brasil e Argentina ainda penam para normalizar suas situações econômicas. A Argentina fechou 2017 com um aumento nos preços de 24,8%, índice só superado pela Venezuela e por alguns poucos países africanos. Dezembro foi o pior mês do ano no país vizinho, com uma taxa de 3,1%, duas vezes superior à de novembro. Ou seja, em apenas um mês, a alta de preços superou a inflação anual brasileira, que ficou em 2,95% e foi amplamente comemorada pelo Governo Temer.

A alegria do Planalto durou pouco. Pouco menos de 24 horas depois, a agência de avaliação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito da dívida do Brasil de “BB” para “BB-“. A nota serve como uma baliza para grandes investidores: quanto mais baixa, mais longe o país fica de conseguir o selo de “bom pagador”, o que ajuda o fluxo de investimentos e impacta em outras taxas da economia.

Em nota divulgada na noite desta quinta, a S&P elogiou os esforços do Governo Temer, considerado uma administração pró-receituário básico do mercado, mas disse que os resultados não são suficientes. Para a agência, não há apoio suficiente na classe política para avançar as reformas liberais. A advertência vem apenas semanas antes de o Planalto tentar fazer o que pode ser sua última chance de aprovar a reforma da Previdência, em fevereiro. A maior parte dos analistas já via com ceticismo a ofensiva do Governo para aprovar a mudança nas aposentadorias, um tema impopular, a apenas meses das eleições.

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Enquanto Argentina sofre com a inflação, Brasil é advertido por atrasar reformas 

 

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