Clique e Assine VEJA por R$ 9,90/mês
Imagem Blog

VEJA Meus Livros

Por Blog Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Um presente para quem ama os livros, e não sai da internet.
Continua após publicidade

Três perguntas para Patrícia Melo

Uma das representantes da literatura brasileira nesta edição da Flip, a escritora Patrícia Melo fala a VEJA Meus Livros sobre o gênero que explora – o da violência urbana -, sobre a sua relação com a crítica e sobre o seu próximo projeto. Ela acaba de lançar o romance Ladrão de Cadáveres. Há quem veja […]

Por Maria Carolina Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 31 jul 2020, 14h37 - Publicado em 6 ago 2010, 17h37

Uma das representantes da literatura brasileira nesta edição da Flip, a escritora Patrícia Melo fala a VEJA Meus Livros sobre o gênero que explora – o da violência urbana -, sobre a sua relação com a crítica e sobre o seu próximo projeto. Ela acaba de lançar o romance Ladrão de Cadáveres.

Há quem veja um certo cansaço na literatura que trata de temas urbanos e de violência, como se fosse uma moda que agora começa a passar. Você concorda?
Os autores se debruçam sobre temas que estão aí, sobre nossa realidade, nossos problemas. Se a questão da violência e outros temas relativos ao urbano tem sido abordados é porque eles fazem parte da nossa realidade. Tratar a literatura como modismo é muito redutor. Nunca me considerei uma escritora “que trata da violência urbana”. Sou escritora. Ponto. Escrevo sobre questões que me chamam atenção, que me incomodam, que me dão medo, que me fascinam. Não estou nem aí para os rótulos e para as perspectivas do mercado.

O que você costuma responder a quem diz que é preciso vivenciar uma realidade (como morar em uma favela) para escrever sobre ela?
Acredito que para escrever sobre qualquer tema, um autor precisa apenas da sua memória, da sua capacidade de observação e sobretudo, da sua imaginação. Essas são as ferramentas importantes. O resto é bobagem.

Continua após a publicidade

Depois de Ladrão de Cadáveres, o que vem por aí?
Ainda não sei. Mas ando pensando em criar um detetive. Desde que lancei Acqua Toffana fui rotulada de “escritora de romances policiais”, embora na minha literatura não haja mistério, detetives nem investigações policiais. Acho que pode ser divertido. E assim, vou poder faz jus a minha fama.

Maria Carolina Maia

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 9,90/mês*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 49,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a 9,90/mês.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.