Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

VEJA Meus Livros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por Blog
Um presente para quem ama os livros, e não sai da internet.
Continua após publicidade

Gil fala em criar ONG para subsidiar ingressos para negros na Copa

Gilberto Gil no show de abertura da Flip 2013 (Foto de Walter Craveiro/Divulgação) O músico Gilberto Gil, famoso tanto por composições como Palco como por declarações transcedentais, como aquela em que disse que promoveria um “do-in antropofágico” no Ministério da Cultura, ao tomar posse como ministro, mostrou na noite desta quarta-feira, em Paraty, que está em […]

Por Meire Kusumoto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 31 jul 2020, 05h51 - Publicado em 4 jul 2013, 09h41

Gilberto Gil no show de abertura da Flip 2013 (Foto de Walter Craveiro/Divulgação)

O músico Gilberto Gil, famoso tanto por composições como Palco como por declarações transcedentais, como aquela em que disse que promoveria um “do-in antropofágico” no Ministério da Cultura, ao tomar posse como ministro, mostrou na noite desta quarta-feira, em Paraty, que está em boa forma aos 70. No show de abertura da Flip 2013, terminado por volta da meia-noite, Gil não deixou passar em branco o momento que o país vive, de manifestações, algumas contra a Copa do Brasil.

O músico, que trabalhou para o governo Lula, em que o Brasil conquistou o direito de sediar a Copa e as Olimpíadas de 2016, afirmou ser a favor do torneio de futebol e, para as “as queixas do povo” a respeito do fato de a população pobre não ter como comprar ingressos, ele acredita que exista uma solução: criar uma organização não-governamental (ONG) que subsidie a compra de entradas, que seriam adquiridas a “módicas prestações” por negros pobres. “Se o povo não se movimentar para fazer isso, eu vou fazer!”, prometeu, para delírio da plateia. “Muitos dizem que é dever do Estado dar assistência. Mas o povo tem que dar uma volta na Fifa. Alguns argumentam que não sabem fazer isso. Então, aprendam!”

Gil também não esqueceu as manifestações por transporte público e contra a corrupção que tomam o país. Foi só a plateia que estava do lado de fora da Tenda do Telão, onde aconteceu o show e são transmitidas algumas das discussões do evento, começar a reclamar do baixo volume das caixas de som para o músico não deixar barato. “Mas essa queixa do som é relevante ou é como aquelas manifestações, todas difusas?” Ele deve ter percebido logo o risco de fazer uma pergunta tão ousada, pois em seguida contemporizou. “Na verdade, é uma das características da sociedade contemporânea, não é mesmo? E vamos em frente!”, disse, de um jeito bem próprio, antes de continuar a apresentação, que passou de velhos sucessos como Toda Menina Baiana ao cover de John Lennon, Imagine.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.