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Os pedidos de peritos da PF a Ricardo Lewandowski

Categoria quer investimentos no rastreamento do ouro, na investigação de armas de fogo e a participação da perícia nas políticas de segurança pública

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 7 fev 2024, 09h02 - Publicado em 6 fev 2024, 20h45

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, recebeu nesta terça-feira, 6, uma carta com pedidos dos peritos criminais da Polícia Federal – instituição vinculada à pasta.

O documento, assinado pelo presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Willy Hauffe, solicita a Lewandowski investimentos em áreas consideradas prioritárias: como a rastreabilidade documental e geoquímica do ouro, que pode ajudar a elucidar crimes ambientais e financeiros, e a apuração de crimes cometidos com armas de fogo.

“Por meio do Programa Ouro Alvo, os peritos criminais federais têm a capacidade de rastrear a origem do ouro proveniente de apreensões, garimpos e comércio ilegais”, diz a carta. “Essa abordagem é fundamental para combater crimes como: lavagem de dinheiro, trabalho escravo, usurpação de bens da União e delitos ambientais.”

A outra solicitação diz respeito à manutenção e ampliação do Sistema Nacional de Análises Balísticas (Sinab), que fornece estudos técnicos para a identificação de armamentos utilizados em atividades ilícitas.

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“Garantir a continuidade do Sinab significa investir na capacidade investigativa do Estado e, a um só tempo, no aumento da efetividade dos exames de comparação balística (…) de modo a possibilitar maior resolução de crimes envolvendo armas de fogo”, complementa o texto.

Os peritos criminais federais sugerem ainda a Ricardo Lewandowski que olhe com atenção para outras iniciativas periciais como o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), que armazena dados genéticos que auxiliam na identificação de autores de crimes, e o Programa Brasil MAIS (Meio Ambiente Integrado e Seguro).

Por fim, eles reivindicam uma maior participação da perícia nas discussões de políticas de segurança pública com a inclusão de um representante da entidade na composição do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (CNSP) e no Comitê Gestor da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. “A valorização da perícia criminal e da prova pericial, sua imprescindibilidade como garantia legal e um direito do cidadão, é elemento indispensável à afirmação da eficiência e da credibilidade do sistema de segurança pública”, reforça o presidente da APCF.

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