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Matheus Leitão Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog

Nova pesquisa traz má notícia para Bolsonaro e alerta para Lula

Cientista político Antonio Lavareda explica quais são elas

Por Matheus Leitão Atualizado em 28 fev 2022, 10h48 - Publicado em 25 fev 2022, 12h05

As pesquisas de intenção de voto serão, com sempre, o grande termômetro das eleições em 2022. Até aí, nenhuma grande novidade.

A nova pesquisa Ipespe, divulgada nesta sexta-feira, 25, revela, por exemplo, que o eleitor brasileiro é conservador, em sua maioria, mas continua preferindo Lula a Jair Bolsonaro.

Esses dados são no mínimo curiosos. Vejam o que diz o cientista político Antonio Lavareda, responsável pela pesquisa Ipespe, sobre isto:

“Se a maioria dos eleitores é conservadora e vota no Lula (com potencial de voto próximo a 60% ). Bolsonaro e o PT podem estar complicados”, aponta Lavareda.

“O primeiro porque, ao que parece, não está sendo reconhecido como representante dos valores tradicionais que alardeia, e o segundo, porque a dianteira de Lula não significa adesão às bandeiras mais avançadas do partido”, completou o cientista político.

Se o conservador não está reconhecendo Bolsonaro como candidato é porque o presidente tem errado em sua comunicação destrambelhada. Em tese, ele deveria conquistar esse eleitor.

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Por outro lado, se o conservador vota em Lula, definitivamente não apoiará o seu governo, que promete ser mais à esquerda que o ultimo mandato dele, que terminou em 2010.

Por isso, é preciso procurar os detalhes desses levantamentos para entender qual a questão importa neste momento, meses antes das eleições. 

Por exemplo, desde novembro de 2021 Bolsonaro não conseguia ter 25% de avaliação ótima e boa do seu governo. Isso voltou a acontecer. 

O mesmo pode-se falar sobre a (des)aprovação do governo.

Em novembro, 63% não aprovavam o governo. De lá para cá, o número desaprovação só aumentou, mas voltou agora, em fevereiro, novamente para 63%. 

A eleição será longa. E os seus detalhes nos ajudarão a entender o que teremos pela frente.

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