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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog

Carpinejar é finalista do Jabuti com livro sobre afetos e memórias

‘Se eu soubesse’ é um dos mais pessoais do poeta, mas vem de um lugar que fala com todos

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 7 out 2025, 18h29 - Publicado em 7 out 2025, 18h28

 

O livro “Se eu soubesse”, de Fabrício Carpinejar, está entre os cinco finalistas do Prêmio Jabuti na categoria Crônica. A indicação reconhece não apenas a qualidade literária da obra, lançada em 2024 pela Editora Bertrand Brasil, mas também a relevância de seu conteúdo para uma geração em busca de maturidade e sentido.

“Se eu soubesse” não é um livro sobre passado, mas sobre presença. É uma reflexão profunda, contada em forma de crônica, sobre tempo, saudade, amor-próprio e relações familiares. Há nele uma espécie de terapia em voz alta: o autor revê suas fases, fala da infância, da paternidade, do luto e dos reencontros. Tudo com o olhar de quem já entendeu que a vida não espera.

Conheço Carpinejar há tempos. Nossa amizade começou de fato quando escrevi sobre seu 50º livro. Depois disso, vieram entrevistas, palcos e conversas. Entre elas, uma “Páginas Amarelas” marcante. Nesta entrevista a VEJA, com voz pausada e hipnótica, Carpinejar aprofunda questões centrais de nosso tempo: a extinção da saudade pela virtualidade, os impactos dos desastres ambientais e os desafios trazidos pelo envelhecimento da população, associado às dores do luto.

Mais recentemente, dividimos o palco em Brasília para falar sobre “Se eu soubesse”, diante de uma plateia lotada. Um encontro simbólico: o livro, que celebra a presença e o afeto, nos reuniu mais uma vez, ao vivo, com o público.

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A sensibilidade de Carpinejar é de outra ordem. O escritor sente. Sabe quando algo não vai bem. Aparece, pergunta, consola. Não é exagero. Ele faz isso. E faz porque acredita no que escreve. Porque vive o que publica.

O Jabuti será entregue no dia 27 de outubro, no Theatro Municipal do Rio. Carpinejar já venceu outras duas vezes — em crônica, com “Canalha!” (2009), e na categoria infantil, com “Votupira” (2012). Mas “Se eu soubesse” talvez seja especial justamente por isso: porque é o mais pessoal. E, ainda assim, fala com todos.

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