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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Valdemar Costa Neto seguirá preso na Superintendência da PF

Dirigente teve pedido de relaxamento da prisão não avaliado por falta de manifestação do Ministério Público; indefinição leva caso para Alexandre de Moraes

Por Adriana Ferraz
Atualizado em 9 fev 2024, 17h51 - Publicado em 9 fev 2024, 17h37

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, seguirá preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O líder partidário foi submetido a uma audiência de custódia na tarde desta sexta, 9, mas o pedido de relaxamento de prisão não foi atendido porque o juiz decidiu aguardar a manifestação do Ministério Público, o que ainda não ocorreu, para deliberar sobre a soltura. Desta forma, segundo Veja apurou, o caso passará para a jurisprudência do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. É ele que decidirá se Valdemar passará o Carnaval detido.

A defesa de Valdemar ainda não se manifestou a respeito. Pelo X (antigo Twitter), o advogado Fabio Wajngarten, que compõe a equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, classificou a demora como uma “vergonha”. Segundo ele, “a não soltura do presidente do PL escancara o momento pelo qual o Brasil vive”.

Valdemar Costa Neto foi preso em flagrante nesta quinta, 8, após agentes da Polícia Federal encontrarem com ele uma arma que estaria irregular e uma pepita de ouro, cuja comercialização é proibida no Brasil. O dirigente foi um dos alvos da operação de busca e apreensão deflagrada pela PF no escopo do inquérito que apura os atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023.

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De acordo com o despacho que autorizou a operação, investigações da Polícia Federal indicam que Valdemar participou de plano elaborado dentro do Palácio do Planalto para manter Jair Bolsonaro no poder mesmo após o então presidente perder as eleições para Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o advogado Marcelo Bessa, que representa Valdemar, a arma apreendida é registrada, tem uso permitido e pertence a um parente próximo ao presidente do PL. A defesa informou ainda que a mesma foi “esquecida há vários anos no apartamento de Valdemar”, mas não divulgou nenhum documento que confirmasse de quem é a posse. Já sobre a pepita, Bessa afirmou que a pedra tem baixo valor e sua posse não configura delito, segundo a própria jurisprudência.

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