Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

Maquiavel Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

TRF4 atende a pedido e concede carro blindado a juiz da Lava Jato

Eduardo Appio havia solicitado reforço na segurança dizendo sofrer ameaças após depoimento de advogado que acusou Moro e Deltan

Por João Pedroso de Campos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 mar 2023, 20h24

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) atendeu nesta quinta-feira, 30, ao pedido do juiz federal Eduardo Appio, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em Curitiba, e disponibilizou a ele um carro blindado para seus deslocamentos. O veículo estará à disposição de Appio a partir das 14h desta sexta-feira, 31.

O juiz federal havia solicitado o carro blindado ao TRF4 diante de ameaças que ele diz estar sofrendo desde a segunda-feira, 27, quando colheu depoimento do advogado Rodrigo Tacla Duran. Apontado pela Lava Jato como operador de propinas da Odebrecht e da UTC, Tacla Duran falou sobre uma suposta extorsão praticada contra ele por advogados ligados à deputada Rosângela Moro (União-SP), mulher do senador e ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro (União-PR). As acusações dele também envolvem o deputado federal e ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos-PR).

No pedido de reforço na segurança, o juiz sustentou que as ameaças que tem sofrido são “consequência direta do poderio econômico, social (redes sociais) e político exercido” por Moro e Deltan. O documento também cita ameaças sofridas em razão de um júri envolvendo um membro de organização criminosa, que ele vai conduzir.

Em depoimento a Appio na segunda, Tacla Duran falou brevemente sobre a suposta extorsão de que teria sido alvo. Ele deu mais detalhes de sua narrativa em depoimento à PF. Duran afirma ter depositado 613.000 dólares a um advogado ligado à mulher de Moro, em 2016. O objetivo do pagamento seria viabilizar uma delação premiada que teria o aval de Deltan e que, ao não prosseguir com os pagamentos, teria sido alvo de prisão decretada por Moro.

Deltan Dallagnol e Sergio Moro negam duramente as acusações. O ex-juiz classificou o acusador como “criminoso confesso e destituído de credibilidade” e disse não temer investigações. Em suas redes sociais, Deltan foi na mesma linha: “Não é nada mais que uma história falsa, requentada pela terceira vez sem novidade e que já foi investigada pelo MPF e PGR, que a descartaram totalmente. Isso revela desespero”, postou.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.