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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Tebet defende pautas liberais, afaga ‘MDB histórico’ e diz esperar o PSDB

Senadora emedebista fez o seu primeiro pronunciamento após ter seu nome como presidenciável ratificado pelo seu partido e pelo Cidadania

Por Reynaldo Turollo Jr. Atualizado em 26 Maio 2022, 06h30 - Publicado em 25 Maio 2022, 12h05

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) fez nesta quarta-feira, 25, seu primeiro pronunciamento como a candidata escolhida para representar a chamada terceira via, depois da desistência do ex-governador paulista João Doria (PSDB). Apesar de ainda não ter o apoio formalizado dos tucanos – seu nome já foi ratificado pelo MDB e pelo Cidadania –, Tebet disse não ter dúvidas de que semana que vem terá o endosso do PSDB e esbanjou otimismo.

“Eu era risco (nas pesquisas), virei 1% e agora sou 2%. Aumentei 200%”, disse, minimizando sua baixa performance nas intenções de voto até agora. “Estou pronta, estou preparada, o centro democrático irá para o segundo turno e vai ganhar as eleições.” Ela comemorou o fato de ser pouco conhecida pelos eleitores – o que também lhe rende baixa rejeição – e afirmou que sua estratégia para furar a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) é apresentar propostas concretas para problemas como a fome, a inflação e o desemprego.

Aposta do presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), a quem chamou de amigo pessoal, Tebet invocou o “MDB histórico”, disse que participou com os “homens” do partido de momentos decisivos, como a Constituinte, e prometeu ter, em um eventual governo seu, um ministério paritário entre homens e mulheres. Seu discurso deixou claro, como esperado, que uma das tônicas de sua campanha será explorar o fato de ser mulher – a única candidata no pleito deste ano de um partido competitivo.

Tebet se comprometeu ainda com pautas liberais na economia, dizendo que seu histórico mostra que, como senadora, ela foi a favor da reforma trabalhista, da reforma da Previdência e do teto de gastos.

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