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Por José Benedito da Silva
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Quem pode assumir a Justiça com a iminente saída de Dino para o STF

Pasta, uma das mais importantes do governo Lula, é cobiçada pelo PT e pelo PSB

Por Da Redação
Atualizado em 27 nov 2023, 16h51 - Publicado em 27 nov 2023, 09h49

A iminente indicação do ministro Flávio Dino para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode ser formalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nesta segunda-feira, 27, vai abrir a disputa para definir quem será o seu sucessor no Ministério da Justiça, uma das pastas mais importantes do governo.

Um dos favoritos é o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, grupo de juristas que apoia Lula desde antes da campanha eleitoral. Marco Aurélio tem amplo apoio no PT, participou da transição e é tido como uma pessoa próxima a Lula e de confiança dos dirigentes do partido. Ele também já teve o seu nome cotado para a Advocacia-Geral da União.

NO PÁREO - Messias: outro AGU cotado ao Supremo
Jorge Messias: filiado ao PT, ele já chegou a ser cotado para ministro do Supremo (Renato Menezes/Ascom AGU/.)

O PT é um dos partidos que se movimentam fortemente para tentar ficar com a vaga de Dino. Outro nome pelo qual a legenda tem simpatia é o do atual advogado-geral da União, Jorge Messias, que é filiado ao partido e chegou a ser apontado como um dos principais concorrentes à vaga do STF. A sua indicação seria uma espécie de prêmio de consolação, mas pessoas próximas a Messias já disseram que ele não teria interesse em trocar a AGU pela Justiça.

Outro cotado ao posto de ministro da Justiça é o atual número 2 de Dino na pasta, o secretário-executivo Ricardo Cappelli, que vem ganhando visibilidade na pasta nos últimos dias, em especial durante a entrada da Força Nacional de Segurança nas frentes de combate ao crime no Rio de Janeiro.

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Ricardo Cappelli
Ricardo Cappelli: secretário-executivo do Ministério da Justiça ganhou espaço nos últimos dias e é apoiado por Dino para ser o seu sucessor (Isaac Amorim/MJSP/Divulgação)

Cappelli, que foi secretário de Comunicação de Dino quando ele era governador do Maranhão, é filiado ao PSB e tem o apoio do atual ministro para ser o seu sucessor. O PT entende, no entanto, que a Justiça não é um ministério da cota do partido, e sim da cota pessoal de Lula.

A Justiça é uma pasta importante porque congrega órgãos de destaque do governo, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, além de tocar outros projetos de grande relevância na área de segurança pública.

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