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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Quem larga em vantagem na corrida pelo Ministério da Justiça

Disputa envolve indicados pelo PT, o número dois de Dino e até um ex-ministro do STF

Por Da Redação
Atualizado em 28 nov 2023, 11h45 - Publicado em 28 nov 2023, 10h54

Definida a indicação de Flávio Dino para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a briga que está acirrada agora é a da sua sucessão, já que o cargo de titular da Justiça e Segurança Pública é um dos mais importantes do governo.

Como Lula viajou para o Oriente Médio sem indicar o sucessor na pasta, quem sai com alguma vantagem é Ricardo Capelli, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, que é o braço-direito de Dino, tem o apoio do ministro para sucedê-lo e pode continuar se movimentando no cargo até a definição.

Ele tem ganhado bastante visibilidade nos últimos meses em missões relevantes da pasta, como a atuação da Força Nacional de Segurança no Rio de Janeiro. Dino, por ora, não foi exonerado por Lula e continua no cargo – a expectativa é que siga assim ao menos até a sabatina de Dino no Senado, marcada para o dia 13 de dezembro.

Outro que está em posição confortável é Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF, que está na comitiva de Lula. Acompanhará o presidente em um giro por quatro países que só irá terminar no dia 5 de dezembro. O ex-magistrado sempre teve boa relação com Lula e é considerado um nome de peso para ocupar o cargo de ministro da Justiça.

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Outros cotados ao cargo têm o aval explícito do PT, como o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, grupo de juristas que apoia Lula, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que é filiado ao PT e era cotado para a vaga no STF.

O PT gostaria de ficar com o Ministério da Justiça como prêmio de consolação por ter perdido a disputa pelo lugar no Supremo, mas Lula não deu nenhum sinal público até agora de que irá atender ao desejo do seu partido.

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