Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

Maquiavel Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

Quanto o PT pode faturar com o novo fundo eleitoral

Partido de Lula é o primeiro no ranking de siglas que vão ficar com a maior parte do bolo destinado a financiar as campanhas nas eleições de 2022

Por Caíque Alencar
Atualizado em 19 jul 2021, 15h37 - Publicado em 19 jul 2021, 15h29

PT e PSL devem receber cada um mais de 500 milhões de reais com o novo projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovado no Congresso. Ele prevê o pagamento de R$ 5,7 bilhões por meio do fundo eleitoral a partidos para o financiamento das eleições de 2022. Segundo simulação feita por VEJA com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelas novas regras, o PT terá em seu caixa cerca de R$ 563 milhões, enquanto o PSL pode receber uma quantia em torno de R$ 558 milhões. Juntas, as duas legendas abocanham quase 20% do total que deve sair dos cofres públicos caso o fundo eleitoral seja mantido no valor de R$ 5,7 bilhões — em 2020, o valor foi de R$ 2 bilhões.

Em terceiro lugar na lista de partidos que receberão repasses maiores aparece o MDB, com R$ 415 milhões — o valor corresponde a 7,3% do total que vai sair dos cofres públicos. Atrás no mesmo ranking vêm  o PP (R$ 394 milhões), o PSD (388 milhões), o PSDB (365 milhões), o DEM (338 milhões), o PL (329 milhões), o PSB (R$ 306 milhões), o PDT (R$ 289 milhões), o Republicanos (R$ 281 milhões), o Podemos (R$ 218 milhões) e o PTB (130 milhões).

A LDO foi aprovada na última sexta-feira, 16, com 40 votos favoráveis no Senado, e 33 votos contrários — oito senadores se ausentaram. Na Câmara, o placar foi de 278 a 145 para que o projeto avançasse — as ausências e abstenções somaram 89. Após os resultados, parlamentares governistas começaram a ser criticados por aprovarem o aumento do fundo eleitoral, bandeira a qual o presidente Jair Bolsonaro é contra. Deputados e senadores aliados ao governo argumentaram, no entanto, que se recusassem a proposta, iriam atrapalhar o Planalto no prazo para que a LDO fosse aprovada.

No Senado, por exemplo, votaram a favor do projeto de lei os seguintes parlamentares pró-governo: Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Marcos Rogério (DEM-RO). Na Câmara, alguns dos governistas que aprovaram a proposta foram Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF), Bibo Nunes (PSL-RS), Júnior Bozzella (PSL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.