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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse e Diogo Magri. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Por que a boa performance de Tarcísio nas pesquisas agrada ao PT em SP

Bolsonarista tem 15,2% das intenções de voto, segundo o Paraná Pesquisas, e empata tecnicamente em segundo lugar com Márcio França (PSB), que tem 18,6%

Por Da Redação Atualizado em 2 Maio 2022, 19h30 - Publicado em 2 Maio 2022, 13h02

O ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) está empatado tecnicamente com o ex-governador Márcio França (PSB) no segundo lugar da corrida ao governo de São Paulo, com 15,2% e 18,6% das intenções de voto, respectivamente, segundo levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta segunda-feira, 2. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos. Ambos estão atrás de Fernando Haddad (PT), que lidera com 29,7% das intenções de voto – veja matéria completa aqui.

Em levantamento feito pelo mesmo instituto no fim de março, Haddad tinha 31,1%; França, 17,6%; Tarcísio, 12,7%; e Garcia, 3,8% (hoje tem 5,6%) – ou seja, com exceção do petista, os outros três oscilaram para cima, mas os dois levantamentos não são exatamente comparáveis porque o cenário anterior não contemplava as candidaturas de Abraham Weintraub (PMB), Elvis Cezar (PDT) e Altino Júnior (PSTU).

Na pesquisa espontânea (quando não são apresentados os nomes dos candidatos), Tarcísio aparece à frente de Haddad, com 6,8% contra 4,1%, no levantamento divulgado nesta segunda-feira, 2.

A boa performance do candidato de Jair Bolsonaro (PL), por paradoxal que possa parecer, agrada ao petismo. O sonho da candidatura de Haddad é reproduzir em São Paulo a polarização nacional entre o presidente e o petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Situação mais difícil viveria Haddad se tivesse que enfrentar Márcio França, um candidato do mesmo campo ideológico mas com penetração maior entre os eleitores de centro e até de direita. Ou duelar com Rodrigo Garcia, que, além da máquina nas mãos, tem a seu favor o fato de o eleitorado paulista escolher o PSDB desde 1994, quando elegeu Márcio Covas.

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