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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pesquisa mostra como fica a eleição presidencial sem Doria no páreo

Levantamento foi divulgado nesta terça-feira pelo instituto Real Time Big Data

Por Da Redação Atualizado em 27 Maio 2022, 08h28 - Publicado em 25 Maio 2022, 12h12

A saída de João Doria (PSDB) da corrida presidencial não favorece a candidata escolhida pela terceira via, a senadora Simone Tebet (MDB)-MS – ao menos é o que mostra a nova pesquisa presidencial divulgada nesta quarta-feira, 25, pelo instituto Real Time Big Data. No cenário que testou sem o tucano, Tebet soma 2% das intenções de voto, empatada tecnicamente com André Janones (Avante), que também tem 2%, e Luciano Bivar (União Brasil), com 1%. Todos estão atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lideraria com 40%, Jair Bolsonaro (PL), que teria 32%, e Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado, com 9%.

Apesar de Doria ter anunciado a desistência da candidatura na última segunda-feira, a pesquisa realizada entre os dias 23 e 24 de maio contou com o ex-governador de São Paulo em seu principal cenário. Nesse caso, Doria somaria 4% dos votos; Lula teria 39%; Bolsonaro, 31%; Ciro, 8%; Janones, 2%; Tebet e Bivar, com 1%. Ou seja, à exceção de Janones e Bivar, a saída do tucano faz com que todos os principais concorrentes oscilem positivamente um ponto percentual. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Os presidenciáveis Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Luiz Felipe d’Ávila (Novo), Leonardo Péricles (UP) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram em nenhum cenário. Os votos brancos ou nulos ficaram em 9%, enquanto 5% dos 3.000 entrevistados não sabem ou não responderam. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07451/2022.

Motivos de voto

O mesmo levantamento testou os motivos para escolha do voto. O critério mais apontado (31%) para votar em Lula é o fato de ser mais capacitado, enquanto o fator mais relevante para o eleitor de Bolsonaro (28%) é a admiração pessoal. Sob outro enfoque, 64% dos que rejeitam o petista o fazem pela corrupção dos governos do PT, enquanto 36% rejeitam o atual presidente por conta do seu despreparo. A maioria dos entrevistados (56%) desaprova o governo Bolsonaro e 37% o consideram um péssimo presidente.

A favor de Bolsonaro está a pesquisa espontânea, quando o instituto não sugere ao entrevistado as opções de voto. Nesse caso, o atual presidente chega a 28%, à frente de Lula, que tem 26%. Ciro tem 4% e Doria 1% na espontânea. Outros 29% não souberam ou não quiseram responder.

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