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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse e Diogo Magri. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

PDT ironiza terceira via: ‘Tem muita água para passar debaixo dessa ponte’

Carlos Lupi, presidente do partido, diz que Ciro mostra resistência nas pesquisas e está à frente de nomes como Doria e Simone Tebet

Por Diogo Magri Atualizado em 9 abr 2022, 17h02 - Publicado em 9 abr 2022, 18h30

Apesar de o seu candidato, Ciro Gomes, ser o terceiro colocado nas pesquisas presidenciais e maior alternativa, no momento, à polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), o PDT não quer para si a pecha de partido da terceira via.

Quem afirma é o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi. “Eu detesto o nome ‘terceira via’, porque é nome de quem vai ficar em terceiro. Eu quero ser primeira via”, disse. “Nós estamos sobrevivendo e na frente de todos que se chamaram de terceira via. Isso mostra que o Ciro Gomes tem resistência”, acrescentou. Na pesquisa XP/Ipespe divulgada na última semana, Ciro tem 9% contra 3% de João Doria (PSDB) e 2% de Simone Tebet (MDB). Lula lidera com 44% contra 30% de Bolsonaro. Desde que a pesquisa começou a ser feita, em janeiro de 2020, o teto de Ciro foi 11%.

O próprio Ciro já expressou descontentamento ao chamar a terceira via, que inclui nomes como Sergio Moro (União Brasil), Eduardo Leite (PSDB) e João Doria (PSDB), de “viúvas do Bolsonaro”. “Terceira via é uma expressão preguiçosa e eu não tenho nada a ver com isso”, afirmou.

No âmbito estadual, o PDT fechou apoio à chapa de ACM Neto para o governo da Bahia e trabalha para fazer o mesmo com Ronaldo Caiado em Goiás. Ambos são candidatos do União Brasil, partido que conversa com MDB, PSDB, Podemos e Cidadania pela construção da terceira via criticada por Lupi e Ciro.

Questionado sobre uma aparente contradição, Lupi diz não acreditar que o União Brasil caminhará de mãos dadas com esses partidos na eleição nacional. “Conversar nós também conversamos com todo mundo, mas isso não significa uma aliança. Ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte”, afirmou.

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