Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse e Diogo Magri. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O silêncio dos caciques do PSDB sobre a confusão nas prévias do PSDB

Nomes da velha guarda do partido, como Tasso, FHC, Alckmin e Aécio, não comentaram as falhas na votação que definiria o candidato tucano ao Planalto

Por Caíque Alencar 22 nov 2021, 11h44

Um dia após a confusão que foram as primárias do PSDB neste domingo, 21, para escolher quem seria o tucano a disputar as eleições presidenciais de 2022, nenhum dos principais caciques do partido ainda se manifestou sobre a decisão de suspender o pleito interno. Desde que a votação foi pausada, estão em silêncio o senador licenciado Tasso Jereissati (CE), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o deputado federal Aécio Neves (MG) e os ex-governadores Geraldo Alckmin e José Serra.

Presente para acompanhar a votação em Brasília, Jereissati falou apenas de manhã, quando a coleta de votos ainda não havia sido paralisada. Até então, alguns tucanos já reclamavam de instabilidade no sistema de votação remota. “O aplicativo está dando problema e as pessoas não estão querendo votar, estou constantemente recebendo notícias nesse sentido, essa é uma preocupação”, disse o senador.

Tasso foi o único tucano da velha guarda do PSDB que foi votar presencialmente. FHC não foi a Brasília por conta de uma doença contraída no mês passado; ele ouviu de médicos que seria melhor ele ficar de repouso em casa – o ex-presidente declarou apoio ao governador João Doria (São Paulo) nas prévias. “Peço aos filiados do PSDB que votem. A democracia requer participação!”, publicou FHC no Twitter também no domingo de manhã.

Diagnosticado em agosto deste ano com um quadro leve de síndrome de Parkinson e distúrbios de sono, José Serra também se ausentou. Ele está licenciado de seu cargo no Senado para tratamento de saúde. Ele também já havia declarado voto em Doria.

Seus colegas de partido, Aécio e Alckmin, que apoiam o gaúcho Eduardo Leite, também optaram por votar de forma remota. Ambos são acusados pelo grupo de Doria de trabalharem para que o PSDB não tenha candidato ao Planalto em 2022, o que seria facilitado com uma vitória de Leite. O mineiro, aliás, foi duramente atacado pelo outro candidato nas prévias, o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgilio, que acusou Aécio de liderar a ala bolsonarista do partido.

 

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês