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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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O silêncio de Aloizio Mercadante sobre o arcabouço fiscal de Haddad

Presidente do BNDES havia dito há duas semanas que ‘não nos peçam para deixar de dizer o que pensamos’, mas se calou desde a divulgação da nova medida

Por Da Redação Atualizado em 3 abr 2023, 13h39 - Publicado em 3 abr 2023, 12h47

Quatro dias depois do anúncio do novo arcabouço fiscal pelo governo Lula, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ainda não disse o que pensa sobre as medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A discrição contrasta com os ruídos que ele provocou há duas semanas, quando organizou um seminário no Rio de Janeiro no qual o tema foi debatido em meio ao esforço de Haddad para tentar viabilizar um consenso dentro do governo sobre a nova âncora fiscal.

A iniciativa foi vista como mais uma “cotovelada” de Mercadante na disputa pelo protagonismo na área econômica com Haddad, o que foi negado à época pelo presidente do BNDES. “Estamos aguardando o novo arcabouço fiscal. O ministro Haddad pode esperar de mim e do banco total lealdade e parceria, ao contrário das especulações que são publicadas. Nós não estamos aqui por outra razão. Nós não temos a expectativa de substituir ninguém, muito menos de competir. Agora, não nos peçam para deixar de dizer o que nós pensamos e ajudar o governo a acertar, a encontrar o melhor caminho, a buscar as melhores práticas”, disse.

Anunciado o novo arcabouço, Mercadante ainda não disse se gostou, se não gostou, se o pacote contempla alguma sugestão sua ou de sua equipe.

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