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O pacotão de segurança pública de Arthur Lira vem aí

Presidente da Câmara quer fazer em junho uma semana de votação só dedicada a votar projetos sobre esse tema, uma antiga reivindicação bolsonarista

Por Da Redação Atualizado em 17 Maio 2022, 19h36 - Publicado em 18 Maio 2022, 07h00

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer fazer em junho uma semana dedicada só para a votação de projetos de segurança pública, um tema caro ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao bolsonarismo e um bom assunto para ser tocado na campanha eleitoral deste ano.

Ele pediu ao deputado Aluisio Mendes (PSC-MA), presidente da Comissão de Segurança Pública e de Combate ao Crime Organizado da Câmara, que defina com os demais membros do colegiado quais projetos devem ser levados diretamente ao plenário nessa data para votação.

“O presidente (Lira) já me cobrou essa pauta”, anunciou Mendes durante reunião da comissão na terça-feira, 17, já convocando uma reunião administrativa dos membros para a semana que vem para tratar do assunto e definir a lista.

Os deputados Daniel Silveira (PTB) e Aluisio Mendes (PSC-MA), respectivamente vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara
Os deputados Daniel Silveira (PTB) e Aluisio Mendes (PSC-MA), respectivamente vice-presidente e presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Elaine Menke/Câmara dos Deputados

A comissão é fortemente influenciada pelo bolsonarismo. Entre os seus membros mais atuantes estão os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Daniel Silveira (PTB-RJ) – este último, aliás, é vice-presidente do colegiado.

Boa parte dos membros é formada por policiais civis e militares da ativa ou da reserva, como o Cabo Junio Amaral (PL-MG), que ficou famoso ao gravar um vídeo direcionado ao ex-presidente Lula enquanto engatilhava uma arma.

A comissão tem três delegados, um general, dois coronéis, um major, um capitão, um subtenente, um sargento e dois cabos – todos bolsonaristas e defensores do maior endurecimento penal, que foi uma das pautas responsáveis por seus triunfos eleitorais em 2018.

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