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Moro enfrenta dificuldades até em seu principal reduto eleitoral

Sem decolar nas pesquisas, ex-juiz tem dissidência no partido e pode ficar sem palanque no Paraná

Por Leonardo Lellis 5 mar 2022, 12h45

Sem decolar nas pesquisas e com resistências dentro de seu partido, o presidenciável Sergio Moro (Podemos) enfrenta problemas em seu próprio reduto eleitoral. No Paraná, de onde o ex-juiz comandou a Operação Lava Jato, o Podemos perdeu o presidente Cesar Silvestri Filho para o PSDB, que concorrerá ao governo estadual, garantindo assim um palanque para João Doria (PSDB).

Embora integre a base de apoio do governador Ratinho Junior, o Podemos viu crescer a pressão do PP no estado, comandado por Ricardo Barros, líder de Bolsonaro na Câmara, em busca de uma aliança que garanta o apoio do governador ao presidente — que não admite a hipótese de dividir o palanque com o ex-juiz, de quem se tornou desafeto. 

Para não deixar Moro sozinho, o partido pode lançar um candidato próprio caso naufrague a coligação com Ratinho. “A prioridade é manter a aliança, já que essa coligação não foi desfeita e a expectativa é que ela seja preservada, mas o Podemos é muito forte no Paraná e tem ótimos quadros”, afirma o senador Alvaro Dias, que  minimiza o risco de o ex-juiz ficar sem palanque. “O palanque do Moro é nacional. O governador tem o apoio de vários partidos em sua base, inclusive com outros candidatos a presidente”.

Reportagem de VEJA desta semana mostra que, sem engrenar como se esperava nas pesquisas, o ex-juiz ainda pode ficar sem dinheiro suficiente para a campanha. Apesar da expectativa entre os parlamentares de sua sigla de que seria capaz de superar o patamar de 15% das intenções de voto até março, ele não consegue ficar acima de dois dígitos. 

De acordo com o agregador de pesquisas de VEJA, que leva em consideração a média de cinco institutos, ele está estacionado na casa dos 8% desde que entrou na corrida eleitoral e permanece longe dos principais adversários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Para piorar, tem a terceira maior rejeição entre os candidatos.

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