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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Kassab vê polarização entre Haddad e Tarcísio e despista sobre rumo do PSD

Presidente do partido cobiçado por candidatos ao governo de São Paulo diz que não crê que máquina e prefeitos aliados aumentem chances de Rodrigo Garcia

Por João Pedroso de Campos Atualizado em 23 jun 2022, 10h48 - Publicado em 23 jun 2022, 10h31

Com o seu PSD cortejado pelas candidaturas do ex-governador Márcio França (PSB) e do ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) à disputa pelo governo de São Paulo, o ex-ministro Gilberto Kassab diz que o martelo ainda não foi batido a respeito do rumo que o partido seguirá no estado.

Em meio a uma aproximação de quadros pessedistas com Tarcísio, a exemplo do ex-deputado e economista Guilherme Afif, coordenador do plano de governo dele, e do deputado Eleuses Paiva, conselheiro do ex-ministro na Saúde, Kassab despista e diz que as possibilidades estão em aberto. Em uma composição com o bolsonarista, o movimento seria retirar a pré-candidatura do ex-prefeito de São José dos Campos Felício Ramuth e lançá-lo a vice de Tarcísio, como noticiou o portal Metrópoles.

“Não tem acerto, mas tem conversas. Se depender de mim, é candidatura própria, mas não estamos bloqueando nenhuma conversa. Se tiver coligação, é até mais fácil com Márcio do que com Tarcísio, embora alguns quadros do partido estejam com Tarcísio”, disse o ex-ministro a VEJA nesta quarta-feira.

Ramuth afirma que segue como pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes. “O PSD e eu fomos procurados por diversos partidos, não há nenhuma negociação partidária fechada sobre o tema, seguirei minha jornada como pré-candidato ao governo de São Paulo”, disse em nota.

Com ou sem candidato próprio, o reconhecido estrategista político Kassab tem um diagnóstico para a disputa paulista, que colocará à prova a dinastia do PSDB no estado, governado por tucanos desde 1995. A polarização nacional, diz, vai se reproduzir localmente. “Tarcísio está tendo um bom desempenho, acho está polarizado entre ele e o Haddad, o que leva alguns do partido a querem conversar sobre aliança, seja pelo antipetismo ou por aqueles que não o consideram um perfil bolsonarista”, avalia.

Ex-aliado do governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), Gilberto Kassab não acredita que somente a máquina estadual e o exército de prefeitos aliados do tucano bastem para que ele se torne mais competitivo ante Haddad e Tarcísio. “A impressão é que o Rodrigo ficou com aqueles 600 prefeitos que ele tem, mas isso é 5% dos eleitores, mesmo nas pequenas cidades o bolsonarismo é forte com os agricultores”.

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