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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Grupo antibomba foi acionado durante invasão do Congresso

Agentes chegaram a ir às pressas até a Praça dos Três Poderes, mas não puderam entrar no prédio, que estava tomado por manifestantes golpistas

Por Reynaldo Turollo Jr. Atualizado em 10 jan 2023, 10h23 - Publicado em 10 jan 2023, 10h15

O grupo antibomba da Polícia Federal, composto por peritos criminais federais, foi acionado no domingo, 8, por volta das 15h35, após uma denúncia anônima sobre a instalação de um explosivo no Salão Negro do Congresso Nacional — local comumente usado para solenidades promovidas por parlamentares.

A denúncia anônima foi recebida pela Polícia Militar de Brasília, via 190, e repassada imediatamente à PF. O grupo antibomba foi até a Praça dos Três Poderes, mas não pôde entrar no Congresso, que àquela altura estava tomado por manifestantes golpistas que não aceitam a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os agentes tiveram que acompanhar à distância a movimentação, até que o prédio fosse desocupado para a realização de uma varredura — que não encontrou nenhum artefato que causasse preocupação.

A suspeita dos policiais é que a ligação anônima tenha sido um trote passado pelos próprios golpistas com o único objetivo de causar pânico. Nos dias que antecederam a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o grupo antibomba foi acionado várias vezes. Só houve risco em uma ocasião: quando terroristas tentaram detonar um explosivo que estava preso a um caminhão de transporte de combustível próximo ao aeroporto de Brasília.

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