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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Goiânia: em vídeo do União, Caiado faz dobradinha com candidato a prefeito

Ex-deputado federal e ex-assessor de Michel Temer, Sandro Mabel é o nome escolhido pelo governador para ter seu apoio nas eleições municipais

Por Isabella Alonso Panho 3 jun 2024, 18h09

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), apareceu nesta segunda-feira, 3, ao lado do ex-deputado federal Sandro Mabel pela primeira vez em um vídeo institucional da sigla. O atual presidente da Fiego (Federação das Indústrias do Estado de Goiás) foi o escolhido para receber apoio do chefe do Executivo goiano na disputa pela Pprefeitura da capital do estado. Em seu segundo mandato, Caiado não pode disputar a reeleição e tenta se lançar candidato à Presidência da República em 2026.

No vídeo, Caiado fala sobre bandeiras do seu mandato, destacando a questão da segurança pública, e Mabel fala em repetir a fórmula do governador na capital. “É preciso fazer em Goiânia o que Caiado está fazendo em Goiás”, diz o pré-candidato a prefeito. Na publicação feita no X (antigo Twitter), o governador escreveu “Chama que ele resolve, Goiânia!”.

https://x.com/ronaldocaiado/status/1797607697430556923

Em todo o vídeo, há a preocupação de Caiado de não pedir diretamente voto para Mabel, uma vez que isso ainda não é permitido pela legislação eleitoral.

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Páreo

A corrida para a Prefeitura de Goiânia ainda não tem contornos muito claros. Três candidatos estão empatados na margem de erro: a deputada federal Adriana Accorsi, única pré-candidata competitiva do PT nas capitais, o senador Vanderlan Cardoso (PSD), que foi para o segundo turno nos dois últimos pleitos da cidade, e o deputado federal Gustavo Gayer (PL), que é o candidato do ex-presidente Jair Bolsonaro. Especula-se nos bastidores, contudo, que ele deve desistir da disputa para permanecer na Câmara.

O nome de Mabel foi confirmado durante o feriado da Páscoa, no começo de abril, quando ele se filiou ao União Brasil. Além de ter sido deputado federal por quatro mandatos, ele também assessorou o ex-presidente Michel Temer (MDB) no período pós-impeachment de Dilma. Mabel ficou nessa cadeira até maio de 2017, quando decidiu renunciar ao cargo depois de ter sido mencionado em um dos acordos de delação premiada da Odebrecht como suposto recebedor de propina. Ele nunca foi denunciado ou condenado.

Até o momento, não foram publicadas pesquisas eleitorais que mostrem como ficou o cenário com a entrada de Mabel no páreo. Historicamente, não apenas em Goiás, o apoio de governadores não costuma eleger os candidatos a prefeito.

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