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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Fraude de R$ 20 bi e nenhum culpado: CPI da Americanas aprova relatório

Texto não apontou culpados por fraude de R$ 20 bilhões

Por Da Redação Atualizado em 13 Maio 2024, 20h55 - Publicado em 26 set 2023, 17h36

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Americanas terminou nesta terça-feira, 26, sem o apontamento dos culpados pelo rombo de 20 bilhões de reais na companhia. O placar ficou em 18 a 8.

Na sessão, diversos deputados se mostraram contrários ao texto elaborado pelo relator, Carlos Chiodini (MDB-SC), que propôs apenas o encaminhamento dos resultados aos órgãos de investigação, como Polícia Federal e Ministério Público, e a aprovação de projetos de lei que visam dar mais confiabilidade às contabilidades das empresas. “O que vimos é uma das coisas mais estarrecedoras da história. O Brasil passou vergonha com a CPI da blindagem”, afirma o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA).

Uma das frustrações da CPI foi não ouvir nenhum dos principais diretores e ex-diretores envolvidos no escândalo. Sete deles foram convocados e, escorados em decisões judiciais, não compareceram à comissão ou foram e ficaram em silêncio.

O trio de acionistas de referência da Americanas, os bilionários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, nem foram chamados a depor, daí a acusação de blindagem, feita por Bacelar.  Os requerimentos para as suas convocações não foram nem pautados pelo presidente da CPI, Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE).

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No seu relatório, Chiodini resumiu a decisão de não pedir o indiciamento de ninguém. Veja abaixo:

“Em linhas gerais, as evidências apontadas desde o início dos trabalhos desta CPI já demonstravam que não se tratava apenas de uma mera desconformidade nos balanços da companhia, mas de um dos maiores escândalos contábeis já vivenciados em nosso cenário corporativo. Em que pesem os indícios de materialidade apontados, não foi possível, no atual estágio da investigação, identificar, de forma precisa, a autoria dos fatos investigados nem imputar a respectiva responsabilidade criminal, civil ou administrativa a instituições ou pessoas determinadas, ante a necessidade da realização de outras diligências e da coleta de elementos de prova mais robustos”.

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