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Financial Times fala sobre risco do Brasil virar uma Colômbia

A reportagem do respeitado jornal inglês aborda a expansão dos tentáculos do Primeiro Comando da Capital, o PCC

Por Redação Atualizado em 2 mar 2022, 14h22 - Publicado em 2 mar 2022, 14h21

A expansão do Primeiro Comando da Capital (PCC), principal organização criminosa brasileira, chegou às páginas de um dos mais influentes e respeitados jornais do mundo, o inglês Financial Times. Em reportagem publicada na última segunda-feira, 28, a publicação mostra como o PCC tem estendido seus tentáculos a outros países, por meio de alianças com outros grupos mafiosos, faturado cerca de meio bilhão de dólares por ano e se infiltrado no Estado brasileiro por meio da corrupção.

Além das já antigas relações do PCC com fornecedores de pasta base de cocaína bolivianos, com as FARC colombianas e até criminosos libaneses na região da tríplice-fronteira com Paraguai e Argentina, o jornal citou as mais recentes ligações da organização criminosa com a máfia italiana ‘Ndrangheta, parceria que permitiu ao grupo intensificar sua “internacionalização” rumo à Europa e aumentar os ganhos, vendendo cocaína em euro.

O texto também cita a presença do PCC nos Estados Unidos, as sanções impostas pelo Departamento do Tesouro americano à quadrilha e a incursão do grupo criminoso na Amazônia, por meio da mineração ilegal. Também aborda as ligações políticas do grupo criminoso e a corrupção de políticos, juízes e investigadores.

“Espero que o Brasil não se torne a Colômbia dos anos 1990 ou o México atual”, disse à reportagem o promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, que investiga o PCC há cerca de 17 anos e vive cercado de seguranças diante de ameaças de morte.

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