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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse e Diogo Magri. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Evento do PL é palco de pressão sobre Tarcísio para disputar governo de SP

Ministro da Infraestrutura é o favorito do presidente Jair Bolsonaro para a disputa do Palácio dos Bandeirantes em 2022, mas continua reticente

Por Reynaldo Turollo Jr. 30 nov 2021, 11h59

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, foi o mais assediado pela claque bolsonarista e por jornalistas ao chegar para o evento de filiação de Jair Bolsonaro ao PL nesta terça-feira, 30, em um hotel de Brasília. Perguntado inúmeras vezes se também vai se filiar à legenda para disputar o governo de São Paulo, como deseja o presidente, Tarcísio fez mistério e, oscilante, não quis responder.

Em seu discurso no evento, Bolsonaro chamou o ministro publicamente para a missão. “Uma enorme esperança para São Paulo”, disse o presidente sobre seu auxiliar. Além de Jair Bolsonaro, se filiaram ao PL nesta manhã o senador Flávio Bolsonaro (RJ) e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (RN). Tarcísio segue reticente.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) afirmou, ao final do evento, que o ministro da Infraestrutura pode, sim, concorrer ao governo paulista pelo PL. “Todos os quadros que o presidente da República apresentar terão apoiamento”, disse o senador, que também deseja se lançar candidato ao governo de seu estado.

Vários outros ministros estiveram presentes no evento, como Paulo Guedes (Economia), Ciro Nogueira (Casa Civil), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo). Deputada licenciada eleita pelo PL-DF, Flávia levou um grupo de apoiadores uniformizados para prestigiá-la e aplaudi-la no evento.

Novas filiações

O líder do PL na Câmara, deputado Wellington Roberto (PB), disse que calcula que entre 20 e 30 deputados bolsonaristas acompanhem o presidente e migrem na janela partidária para a sigla. Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, disse prever que parlamentares bolsonaristas se distribuam entre os três principais partidos centrão, PP, PL e Republicanos, para “consolidar uma aliança importante para o presidente”.

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