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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse e Diogo Magri. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Com apoio de Mourão, Levy Fidelix se lançará candidato a prefeito de SP

Presidente do PRTB ainda tenta atrair descontentes do PSL para o seu partido

Por Eduardo Gonçalves Atualizado em 25 set 2019, 20h26 - Publicado em 25 set 2019, 20h18

Olha ele de novo aí. O presidente do PRTB, Levy Fidelix, não deixa passar uma eleição. No próximo sábado, dia 28, em evento de filiação da sigla, ele se lançará pré-candidato a prefeito de São Paulo. Tratando-se do histórico do “homem do aerotrem”, não é nenhuma novidade. Só para prefeitura paulista, ele já tentou três vezes. Para governador, duas. Para deputado federal, três. E para presidente da República, duas. Nunca conseguiu se eleger. Mas, para o pleito 2020, ele conta com um apoio de peso para fazer campanha para ele – o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).

A primeira vez em que Fidelix tentou a prefeitura, em 2000, foi como vice na chapa de Fernando Collor de Mello. Em 2012, ele se candidatou com o slogan de que promoveria “o retorno do janismo”, em referência ao ex-prefeito de São Paulo e ex-presidente Jânio Quadros, sua grande inspiração. Nas carreatas pela cidade, ele até colocou para tocar o célebre hit “varre, varre, vassourinha”.

Após o fracasso na eleição de 2018, na qual não conseguiu eleger nenhum deputado, o PRTB tem se esforçado para aumentar o número de filiados, atraindo principalmente os descontentes do PSL – que não são poucos – com o mote de que representam uma direita mais moderada. O diretório paulista do PSL, presidido por Eduardo Bolsonaro, está em polvorosa com a ascensão da ala mais radical nos postos de direção da sigla.

Com o anúncio, Fidelix se junta à lista de possíveis postulantes a prefeito da mais populosa e mais rica cidade do país, que já tem o prefeito Bruno Covas (PSDB), a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), o ex-governador Márcio França (PSB), o deputado federal Orlando Silva (PCdoB) e o ex-secretario Filipe Sabará (Novo).

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