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Após breve trégua, Bolsonaro volta a lançar dúvidas sobre urna eletrônica

"Se estivermos certos,  algo precisará ser mudado", disse presidente ao citar questionamentos do Ministério da Defesa sobre segurança da urna eletrônica

Por Leonardo Lellis Atualizado em 5 jan 2022, 10h56 - Publicado em 5 jan 2022, 10h35

Depois de uma breve trégua em seus ataques ao sistema eleitoral brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a lançar dúvidas sobre a segurança da urna eletrônica. Em entrevista coletiva após receber alta médica para tratar uma obstrução intestinal, o mandatário citou que o Ministério da Defesa enviou ao Tribunal Superior Eleitoral questionamentos sobre eventuais fragilidades do equipamento — e que precisará ser convencido de que está errado.

“Não tenho preocupações com o TSE. Os votos serão contados. As Forças Armadas foram convidadas pelo ministro Barroso [presidente da Corte] a participar das eleições. Aceitamos para participar de todo processo. A Defesa fez um questionamento sobre fragilidade da urna eletrônica e estamos aguardando a resposta. Pode ser que nos convença de que estamos errados. Se estivermos certos, pode ter certeza que algo tem que ser mudado no TSE. E não vai ser com bravatas de quem quer que seja no Brasil que nós vamos aceitar o que querem impor à nossa população”, afirmou.

As Forças Armadas são uma das instituições habilitadas, ao lado de partidos políticos, Ministério Público, Controladoria Geral da União e entidades como Ordem dos Advogados do Brasil e Confederação Nacional da Indústria, a acompanhar todo o processo de auditoria e organização do pleito. Em fevereiro, quando começa a gestão do ministro Edson Fachin à frente do TSE, o ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo vai assumir o posto de diretor-geral do TSE. A chegada de um militar na cúpula da corte é vista como uma espécie de “seguro” contra ilações eventualmente propagadas por Bolsonaro e seus apoiadores de fraude nas urnas ou conspiração contra sua reeleição.

O TSE também indicou que não terá tolerância com ataques ao sistema de votação adotado no país. Uma resolução aperta o cerco contra desinformação que atinja a integridade do processo eleitoral. O objetivo é coibir a propagação de notícias falsas que coloquem em xeque a segurança da votação eletrônica. O responsável poderá responder criminalmente, por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação. 

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