Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês
Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Após breve trégua, Bolsonaro volta a lançar dúvidas sobre urna eletrônica

"Se estivermos certos,  algo precisará ser mudado", disse presidente ao citar questionamentos do Ministério da Defesa sobre segurança da urna eletrônica

Por Leonardo Lellis Atualizado em 5 jan 2022, 10h56 - Publicado em 5 jan 2022, 10h35

Depois de uma breve trégua em seus ataques ao sistema eleitoral brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a lançar dúvidas sobre a segurança da urna eletrônica. Em entrevista coletiva após receber alta médica para tratar uma obstrução intestinal, o mandatário citou que o Ministério da Defesa enviou ao Tribunal Superior Eleitoral questionamentos sobre eventuais fragilidades do equipamento — e que precisará ser convencido de que está errado.

“Não tenho preocupações com o TSE. Os votos serão contados. As Forças Armadas foram convidadas pelo ministro Barroso [presidente da Corte] a participar das eleições. Aceitamos para participar de todo processo. A Defesa fez um questionamento sobre fragilidade da urna eletrônica e estamos aguardando a resposta. Pode ser que nos convença de que estamos errados. Se estivermos certos, pode ter certeza que algo tem que ser mudado no TSE. E não vai ser com bravatas de quem quer que seja no Brasil que nós vamos aceitar o que querem impor à nossa população”, afirmou.

As Forças Armadas são uma das instituições habilitadas, ao lado de partidos políticos, Ministério Público, Controladoria Geral da União e entidades como Ordem dos Advogados do Brasil e Confederação Nacional da Indústria, a acompanhar todo o processo de auditoria e organização do pleito. Em fevereiro, quando começa a gestão do ministro Edson Fachin à frente do TSE, o ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo vai assumir o posto de diretor-geral do TSE. A chegada de um militar na cúpula da corte é vista como uma espécie de “seguro” contra ilações eventualmente propagadas por Bolsonaro e seus apoiadores de fraude nas urnas ou conspiração contra sua reeleição.

O TSE também indicou que não terá tolerância com ataques ao sistema de votação adotado no país. Uma resolução aperta o cerco contra desinformação que atinja a integridade do processo eleitoral. O objetivo é coibir a propagação de notícias falsas que coloquem em xeque a segurança da votação eletrônica. O responsável poderá responder criminalmente, por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação. 

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)