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Por José Benedito da Silva
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Após ataques, governo Lula usará drones para proteger sistema de energia

Ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) diz que ‘momento é grave’, mas afirma que situação está sob controle e que autores serão identificados

Por Da Redação Atualizado em 17 jan 2023, 16h42 - Publicado em 17 jan 2023, 12h36

O governo federal reforçará a segurança no sistema elétrico para impedir a ocorrência de novos ataques depois que ao menos sete episódios – inicialmente classificados como vandalismo – foram contabilizados depois da posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República.

Os ataques foram registrados desde o dia 7 de janeiro em três estados (Rondônia, Paraná e São Paulo), segundo balanço feito pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Ao menos quatro torres foram derrubadas, de acordo com o órgão.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta terça-feira, 17, após se reunir com representantes das empresas de energia, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal — um dia antes, havia se reunido também com o ministro da Justiça, Flávio Dino –, que o monitoramento de segurança será aumentado, inclusive com o uso de câmeras e drones, além de haver mais policiamento ostensivo.

“Vamos ter uma atuação focal, já que é um momento de crise, mas a situação está sob controle, as ações estão sendo tomadas e a sociedade pode ajudar muito”, afirmou, ao pedir que a população ajude a identificar os autores dos ataques. Segundo o ministro, a PF tem vários inquéritos instaurados para apurar os episódios e vai chegar aos responsáveis e descobrir a motivação.

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Alexandre Silveira evitou classificar os ataques como terroristas, mas disse que claramente as ações foram coordenadas. Ele afirmou que os incidentes não interromperam o fornecimento de energia em nenhum momento e que tudo o que foi destruído já foi recuperado. “Estamos completamente seguros de que a sociedade brasileira estará protegida. O que não pode, em nenhum momento, é ser passivo em relação a essa questão tão grave”, disse.

Os ataques ocorreram em paralelo com manifestações bolsonaristas contra o governo, que culminaram nos atos de terrorismo contra o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro.

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