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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Alexandre de Moraes tenta cobrar dívida de advogado bolsonarista

Ministro do Supremo ganhou ação na Justiça paulista contra Alexandre Cezar Zibenberg, que postou fake news

Por Sérgio Quintella 23 jun 2022, 10h34

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, cobra uma dívida de 79.000 reais e pede o bloqueio das contas do advogado bolsonarista Alexandre Cezar Zibenberg, condenado em duas instâncias no Tribunal de Justiça paulista por distribuir fake news contra o magistrado federal.

Em junho de 2020, Zibenberg postou a seguinte mensagem nas redes sociais: “O ESCÂNDALO NO STF Ministro Alexandre Moraes recebeu propina do Cartel de Trens, diz ex-diretor da Siemens”. Na realidade, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem em 2014 afirmando que um ex-diretor da multinacional alemã Siemens afirmou ter tratado de pagamento de propina com o atual governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB). Na ocasião, Moraes advogava para o tucano, que desmentiu as acusações.

No despacho condenatório, o juiz Felipe Albertini Nani Viaro, da 26° Vara Central Cível, afirmou que a frase atingiu a honra de Moraes. “As postagens feitas pelo réu são claramente ofensivas à imagem, honra, dignidade, reputação e privacidade do autor. Isso porque, os fatos imputados são suficientemente graves e relacionam o autor a malfeitos que, ao que tudo indica, não correspondem com as informações disponíveis”. 

A pena imposta foi uma multa de 50.000 reais e mais 5.000 reais de honorários advocatícios.

No mês passado, Moraes entrou com um processo de execução de pena afirmando que o valor total, com juros, subiu para 79.453 reais. Também pediu que o pagamento fosse determinado para ocorrer em no máximo quinze dias, sob pena de bloqueio das contas. Por um entendimento processual, o magistrado que recebeu a petição disse que a cobrança não deveria ter sido solicitada via um novo processo, mas por um instrumento chamado de incidente. Por isso ele julgou a ação improcedente e Moraes deverá fazer uma nova solicitação de pagamento e penhora.

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Acostumado a determinar e a mandar nos seus processos no STF, o magistrado federal, representado pela

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