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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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A rotina pós-cirurgia de Lula e a fotografia que ele não irá fazer

Presidente despachará na biblioteca do Palácio da Alvorada, falará com ministros por telefone e ficará longe das câmeras durante o período de recuperação

Por Da Redação Atualizado em 13 Maio 2024, 20h56 - Publicado em 26 set 2023, 14h06

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentará manter a rotina e mudar o mínimo possível a sua estrutura de trabalho enquanto tiver se recuperando da cirurgia marcada para a próxima sexta-feira, 29. Com dores recorrentes na cabeça do fêmur e dificuldade para andar por causa de uma artrose, ele será submetido a uma artroplastia total de quadril, na qual será instalada uma prótese.

Após o procedimento, que prevê uso de anestesia geral, Lula deverá ter alta em 24 horas e passar ao menos três semanas despachando no Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência da República. Não há previsão de ida ao Palácio do Planalto até que o presidente esteja andando sem muletas.

Neste período, Lula pretende se dedicar a reuniões internas de governo, despachar com ministros por telefone e despachar atos na biblioteca, no térreo do Alvorada. No local já há uma estrutura montada, com mesas de trabalho e de reunião. Lula não tem costume de trabalhar usando computador.

Em live semanal, o presidente afirmou nesta terça-feira, 26, que não quer ser fotografado durante o período de recuperação. A orientação, segundo ele, foi do seu fotógrafo, Ricardo Stuckert, secretário de Produção e Divulgação de Conteúdo Audiovisual. “Stuckert não quer que eu ande de andador. Ele ja falou: ‘Não vou filmar você de andador”, disse o presidente na live. E completou: “Vocês não vão me ver de andador, de muleta, vocês vão me ver sempre bonito como se eu não tivesse operado.”

Na live, Lula afirmou que  sente dores no quadril desde o ano passado, mas que evitou passar uma imagem fragilizada durante a campanha presidencial. “Naquela cena em que vocês me viam pulando no carro de som, vocês não sabem a dor que eu sentia”, afirmou. Ele disse ainda que o desejo era operar logo após a eleição, mas preferiu “primeiro recuperar o Brasil, politicamente e internamente”.

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Por causa da cirurgia, Lula suspenderá temporariamente as viagens internacionais, intensificadas nos primeiros meses de governo. Sua próxima agenda internacional será a COP28, a conferência ambiental da ONU que será realizada nos Emirados Árabes, no final de novembro.

Na véspera da cirurgia, Lula ainda participa da posse do ministro Luís Roberto Barroso como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 28.

 

 

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