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Felipe Moura Brasil Por Blog Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

Hora de desmantelar o esquema petista de sabotagem

Rombo de R$ 170,5 bilhões deixado por Dilma só será tapado se for possível governar

Por Felipe Moura Brasil Atualizado em 30 jul 2020, 22h40 - Publicado em 20 Maio 2016, 21h55

Temer olhar 43

Tuitadas:

– Dilma deixou rombo de R$ 170,5 BILHÕES nas contas públicas. Romero Jucá enfatiza diferença para governo Temer, que não esconde dado: revela.

– Meirelles: “Meta de receita foi superestimada (por Dilma). O porquê disso não nos compete. Previsão tem que ser feita em cima da realidade econômica.”

– Porquê de Dilma superestimar receitas (incluindo até as da CPMF sem nem aprovação do imposto) é simples: ela tentou maquiar contas públicas até o fim.

– Meirelles: “Esses dados são realistas e correspondem à situação real encontrada. A meta visa ser realista.” Repito: realismo já desbanca 13 anos de PT.

– Jucá: Objetivo do governo é aprovar nova meta fiscal na Comissão de Orçamento já na segunda-feira e levar a plenário no dia seguinte. Brasil tem pressa.

– Jucá: Objetivo é “construir cenário em que governo volte a funcionar e tenha condição de implementar políticas públicas de interesse da sociedade.”

– “É inadmissível, por exemplo, que nós tenhamos no Brasil embaixadas devendo 4 meses de aluguel”, diz Jucá. É a escola Dilma de pedaladas.

��� Cúmulo da vigarice: deixar déficit de R$ 170,5 BILHÕES e resmungar contra suspensão de gastos feita para análise de fraudes e desperdícios.

– A ideia de pedir dinheiro para fazer artes e espetáculos a um Estado com rombo de R$ 170,5 BILHÕES (deixado por sua candidata!) já é imoral.

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– Jucá se diz tranquilo sobre quebra de sigilo bancário e fiscal determinada pelo STF e, distinguindo-se do PT, defende atuação de Janot, Moro e Lava Jato.

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– A quebra do sigilo de Jucá foi autorizada pelo ministro 247 Marco Aurélio Mello. O inquérito está no STF há doze anos. Um exemplo de celeridade.

– Dilma e Nelson Barbosa prometem “rebater” anúncio da revisão da meta fiscal. Parece que já estão preparando 170,5 bilhões de mentiras a respeito.

– PF: Sobrinho de Lula teria recebido “valores de origem ilícita” ao “dissimular” prestação de serviços para obras da Odebrecht fora do Brasil.

– À moda do Tio Lula, Taiguara Rodrigues foi conduzido coercitivamente a depor. Nós seremos conduzidos coercitivamente a pagar o rombo da Dilma?

– Meirelles não previu receita de CPMF no cálculo da meta. Disse que ideia “é priorizar a redução de despesas”, mas não descartou recorrer a novo imposto.

– Advogado-geral da União, Fábio Medina Osório, determinou abertura de sindicância para apurar atos do antecessor, José Eduardo Cardozo. Assim que se faz.

– Osório: Cardozo “acabou com a dignidade do órgão e cometeu crime de responsabilidade ao forjar o discurso do golpe” no processo de impeachment. Boa, AGU.

– Sindicatos rejeitam novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, e atrasam turnos em ao menos 7 unidades da estatal no litoral paulista. Sabotadores.

– Esquema petista de sabotagem para impedir que Temer governe tem de ser desmantelado. Extraia até o último centavo das organizações petistas, Temer.

– As circunstâncias fizeram com que o impeachment precedesse a “despetização” do Estado brasileiro. É preciso aproveitar o embalo para ir até o fim.

– Lula disse a sindicalistas que afastamento de Dilma “é como se ela estivesse viajando”. Só se for a viagem de retorno à irrelevância.

– Venezuela inicia treino militar de preparo contra “agressões externas”, porque, segundo Maduro, EUA planejam intervenção em seu país. Dilma foi treinar, Lula?

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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