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Felipe Moura Brasil

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Da prisão, Marcelo Odebrecht mandou “destruir” e-mail. É mais um “termo técnico”?

“Destruir e-mail sondas”. A ordem de Marcelo Odebrecht a seus advogados está expressa em bilhete escrito à mão por ele próprio, de dentro da prisão, e apreendido pela Polícia Federal na noite de segunda-feira, como informa Fausto Macedo, do Estadão. O delegado Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato, informou ao juiz Sérgio Moro […]

Por Felipe Moura Brasil Atualizado em 5 jun 2024, 00h54 - Publicado em 24 jun 2015, 14h29

Marcelo preso“Destruir e-mail sondas”.

A ordem de Marcelo Odebrecht a seus advogados está expressa em bilhete escrito à mão por ele próprio, de dentro da prisão, e apreendido pela Polícia Federal na noite de segunda-feira, como informa Fausto Macedo, do Estadão.

O delegado Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato, informou ao juiz Sérgio Moro que “como de praxe as correspondências dos internos são examinadas por medida de segurança”.

Segundo ele, na manhã de terça-feira, 23, estiveram em seu gabinete os advogados de Odebrecht, Dora Cavalcanti e Rodrigo Sanches Rios, “os quais ponderaram que o verbo ‘destruir’ se referia a uma estratégia processual e não a supressão de provas, destacando que o documento original teria sido levado a São Paulo por outro advogado e que iriam apresentá-lo”.

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Os advogados de Marcelo já haviam alegado que a palavra “sobrepreço”, contida em outro e-mail apontado por Moro como prova, na verdade era um “termo técnico”. Agora querem fazer o mesmo com o verbo “destruir”.

Para a prisão do presidente da maior empreiteira do país, Moro também havia alegado que, solto, ele poderia destruir provas.

Na verdade, Marcelo Odebrecht é pior: ele também pode destruir provas estando preso.

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Bilhete

O bilhete, copiado pela PF

Felipe Moura Brasil ⎯ https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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