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Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".
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A zona livre de moralidade de Lula, Dilma e Obama

Lobby, venda de ministérios, exploração política de cadáveres

Por Felipe Moura Brasil
Atualizado em 31 jul 2020, 00h23 - Publicado em 3 out 2015, 22h33
Lula_Dilma_and_Obama

O trio do engodo

Notas e tuitadas infladas, para um resumão de fim de semana:

Lula

1) Na VEJA, a reforma do tríplex de Lula: “Do primeiro parafuso ao último azulejo, tudo foi pago pela OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras” – aquela mesma OAS que reformou o sítio de Lula, para onde ele ia tranquilo, depois que a imprensa descobriu o apê.

2) Época: Documentos secretos revelam que Lula fez lobby para empreiteiras do petrolão junto a presidentes de Gana e Guiné; e que marcou reunião no BNDES para empresários africanos. Brahma, o lobista número 1, é mesmo um homem de elite.

a) O relato de uma embaixadora brasileira é o primeiro documento diplomático em que o lobby de Lula é associado especificamente à Odebrecht. Não à toa, o PT atua para soltar Marcelo Odebrecht no STJ.

b) Luciano Coutinho, presidente do BNDES, disse à CPI que Lula nunca interferiu nos negócios do banco, mas a embaixadora brasileira em Maputo conta que o Brahma telefonou diretamente para Coutinho a fim de obter um empréstimo do BNDES em benefício de uma empresa de etanol do presidente moçambicano, segundo relato do próprio presidente moçambicano.

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A cumplicidade de Coutinho e Lula vem de longe, como ainda vou mostrar neste blog. A mentira era mais do que esperada.

c) Opositores como Miguel Haddad, do PSDB, já querem convocar Lula, Coutinho e a embaixadora Eliana da Costa e Silva Puglia para a CPI do BNDES. Esperamos que Teori ‘Da Conspiração’ Zavascki não os dispense de dizer a verdade.

3) Executivos da Andrade Gutierrez ainda afirmaram em e-mails obtidos pela Polícia Federal que a empresa contava com “habilidades” de Lula para obter contratos na Venezuela. É mesmo um lobista habilidoso, o Brahma. O Neymar do lobby internacional.

Dilma

1) Miguel Reale Jr. desmascarou no Estadão a propaganda do governo de Dilma Rousseff contra o impeachment, citando frases pronunciadas pelos atuais governistas Nelson Jobim e Michel Temer em 1992, durante a discussão sobre a queda do então presidente Fernando Collor de Mello, que também acusava os adversários de golpe:

a) “Jobim, autor do parecer da Câmara dos Deputados que acolheu o pedido de impeachment, escreveu: ‘Bendito o golpe em que seu espectro se exaure na fiel observância de comandos constitucionais! Maldita a democracia em que o voto popular possa constituir-se em cidadela da impunidade!’.”

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b) Temer: “A ideia de crime de responsabilidade não é uma ideia de perseguição ao presidente da República, mas, diferentemente, é uma ideia de pacificação nacional.”

Pacifiquemos, pois, o Brasil.

2) Folha: Bancada do PSDB segue decidida a levar adiante manobra com Eduardo Cunha para discussão sobre impeachment de Dilma chegar logo ao plenário.

3) Bonifácio Andrada (MG), da bancada do PSDB, será o autor do requerimento que pedirá para o impeachment ser apreciado pelo plenário.

José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) foi o “Patriarca da Independência” do Brasil. Bonifácio Andrada (PSDB-MG) será o do impeachment.

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4) “Não caio antes dela”, disse Eduardo Cunha a amigos, segundo Época.  o impeachment de Dilma Rousseff.

5) É comovente o esforço dos militantes do PT em fazer o impeachment desejado pela maioria do povo brasileiro parecer obra exclusiva do investigado Eduardo Cunha.

6) Você cobra de Cunha que cumpra seu dever legal de abrir processo de impeachment, e MAVs petistas dizem que você apoia sua suposta corrupção.

7) Blogs sujos chamam de manifestantes os militantes petistas que gritam ‘não vai ter golpe’. É mortadela estatal disfarçando a mortadela real.

8) Não recomendo chamar de ladrão qualquer político que não tenha sido condenado por roubo. Vaiar ou ironizar bastam. Não somos como os MAVs.

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9) Época: “O novo ministro da Saúde, Marcelo Castro, gastou quase R$ 80 mil da verba parlamentar de deputado com o aluguel de um Amarok, caminhonete cabine dupla, a diesel, 4×4, para rodar no Piauí, seu Estado. Por mês, o aluguel custava R$ 6.500.”

Dilma só colocou especialistas nos ministérios. Especialistas em boquinha.

10) Estadão: ‘Dilma corta 8 ministérios e PMDB já apoia nova CPMF’. Folha: ‘Mesmo com mais poder no governo, PMDB não garante volta da CPMF’. Eu: PMDB cobra mais caro pela CPMF.

11) Com vocês, a nova ministra de Desenvolvimento Social e da Cidadania, Benedita da Silva, no discurso da ‘cheiradinha’:

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Obama

1) Para um atirador como o do massacre na universidade de Oregon, a zona livre de armas (‘Gun Free Zone’) tão desejada pela esquerda significa apenas que ninguém irá detê-lo enquanto mata.

2) Diante da ação, as pessoas são obrigadas a se esconder e, se possível, telefonar para alguém distante que possa vir armado neutralizá-lo, interrompendo a matança com um atraso medido em cadáveres.

3) O assassino de Oregon pediu a cada vítima que dissesse sua religião e matou quem respondia ser cristão, mas Obama, CNN, Globo News e todo o resto da esquerda providencialmente transformaram o massacre anticristão em uma questão de controle de armas, ignorando que criminosos não respeitam as leis e o local escolhido pelo assassino é o maior exemplo dos perigos desse controle.

É a mesma vigarice de sempre.

4) A propósito: um coronel dos EUA admitiu que um bombardeio americano em Kunduz pode ter feito “dano colateral a instalação médica”, onde 19 morreram. Ah, se fosse Israel!

Se houvesse só a suspeita de que um bombardeio israelense tivesse matado 19 pessoas num hospital do Médico Sem Fronteiras, como há sobre os EUA de Obama, imagine a gritaria esquerdista.

Felipe Moura Brasil ⎯ https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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