🔥 Mês do Cliente: Receba 4 Revistas Impressas por apenas R$ 35,90/mês. Aproveite!
Imagem Blog

Em Cartaz

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Do cinema ao streaming, um blog com estreias, notícias e dicas de filmes que valem o ingresso – e alertas sobre os que não valem nem uma pipoca

Sydney Sweeney: o desafio da atriz queridinha de Trump contra maré ruim

Com o filme A Empregada, ela busca reafirmar-se como musa de Hollywood após ficar no centro de uma polêmica política e acumular papéis duvidosos

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 dez 2025, 08h00
Sydney Sweeney: o desafio da atriz queridinha de Trump contra maré ruim Priorizar nos meus resultados Google

Para trabalhar como empregada na casa dos Winchester é preciso ser jovem, inteligente e, sobretudo, loira e esbelta. Requisitos nos quais Millie, vivida por Sydney Sweeney, passa com louvor. Logo, porém, seus patrões descobrirão que a jovem possui um histórico criminal e intenções nebulosas — assim como ela notará que, de perfeita, aquela família não tem nada. O divertido jogo de gato e rato é o que transformou o livro A Empregada em sucesso que vendeu mais de 3,5 milhões de cópias. Curiosamente, tanto mistério espelha a intensa especulação em torno de sua atriz principal: seria Sydney apenas uma sex symbol à moda antiga, uma trumpista infiltrada em Hollywood ou alguém cuja reputação saiu do próprio controle? São questões que a internet debate há meses e que o lançamento quer dissipar ao chegar aos cinemas — primeiro em sessões especiais a partir desta sexta-feira, 19, depois oficialmente em 1º de janeiro.

Sem grandes dotes, mas com uma história de apelo referendada pelo best-seller, A Empregada (The Housemaid, Estados Unidos, 2025) suscita expectativas nas bilheterias: um bom resultado viria a calhar para sua estrela. Saudada no pós-pandemia como uma nova musa de Hollywood, Sydney viu seu prestígio erodir nos últimos meses. Como é comum nesses tempos estranhos das redes, a loira primeiro se viu cancelada por estar no meio do fogo cruzado das guerras culturais entre liberais e conservadores. Tudo começou em julho passado, quando Sweeney protagonizou uma campanha que celebrava seus “ótimos jeans”. Em inglês, o trocadilho entre “jeans” e “genes” fazia referência à sua pele branca, cabelos loiros e olhos azuis — o que para muitos foi visto como aceno à supremacia branca. Logo a atriz foi abraçada por Donald Trump, que festejou ao saber que ela estava registrada como republicana.

NEUTRA - A atriz: ela se arrepende de se calar diante das cobranças
NEUTRA - A atriz: ela se arrepende de se calar diante das cobranças (Gilbert Flores/Getty Images)

Diante do alvoroço, Sydney, de 28 anos, preferiu manter-se em silêncio. Mas o estrago estava feito, e foi piorado por fator tão antigo quanto a indústria do cinema: os tropeços nas escolhas de papéis. Após a campanha dos jeans, lançou três longas modestos: Americana, Éden e Christy. Todos foram fracassos e nem chegaram aos cinemas no Brasil. Pelo último, sobre a lutadora lésbica Christy Martin, despiu-se da vaidade e até fez campanha pelo Oscar. Não convenceu.

Continua após a publicidade

Hoje, ela diz se arrepender do silêncio: “Percebo que dizer nada apenas aumentou a divisão que nos assola”, declarou semanas atrás. Feito o mea-culpa, ela não toca mais no tema enquanto promove A Empregada. Suas esperanças persistem: em 2026, outra temporada de Euphoria, sucesso que a projetou na HBO, será a chance de reconexão com sua base original de fãs. O desafio da estrela não é pequeno.

Publicado em VEJA de 19 de dezembro de 2025, edição nº 2975

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em verde-limão O MÊS É DO CLIENTE. e em branco A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua.. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com banner e produtos, e ao lado, uma árvore estilizada em verde-limãoMão segurando um smartphone com aplicativo de notícias exibindo manchetes e produtos, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 76% OFF

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 5,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).