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Clarissa Oliveira

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Lula reserva R$ 10 bilhões para ressuscitar mais uma bandeira eleitoral

Presidente eleito fixou meta de garantir recursos para resgatar o Minha Casa Minha Vida ainda no primeiro ano de governo

Por Clarissa Oliveira Atualizado em 8 dez 2022, 15h43 - Publicado em 8 dez 2022, 10h06

Graças ao caminho que está tomando a votação da PEC da Transição no Congresso, a equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva já bateu o martelo: R$ 10 bilhões da folga orçamentária obtida com o novo furo do teto de gastos devem mesmo ser usados para ressuscitar mais uma bandeira eleitoral do PT. Na verdade, a segunda mais importante depois do Bolsa Família: o programa Minha Casa Minha Vida.

+Leia também: Senado aprova PEC da Transição, que amplia teto para R$ 145 bilhões

A ordem para dar prioridade ao programa de moradias populares já tinha sido dada lá atrás pelo próprio Lula. Mais precisamente na primeira reunião realizada por ele com sua equipe logo após a vitória na eleição presidencial. Ontem, o vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou o plano do novo governo de reservar esses R$ 10 bilhões para o programa no ano que vem. Era exatamente o valor fixado como meta antes do início da transição da PEC. Nem mais, nem menos.

A conta feita pelo time de Lula é relativamente simples. O Minha Casa Minha Vida, afirmam aliados do petista, garante efeitos eleitorais e de popularidade com potencial para se aproximar do Bolsa Família. Mas com a vantagem de contribuir para movimentar alguns setores da Economia que Lula considera estratégicos. Em especial, a construção civil.

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O novo governo ainda está repensando internamente como será o modelo do novo Minha Casa Minha Vida. Fala-se em combinar as linhas de financiamento para a população de baixa renda a modalidades de aluguel. Mas haverá sem dúvida uma remodelagem do programa. Até porque há avaliação de que é possível aperfeiçoar e melhorar os modelos de construção e os mecanismos de financiamento.

O time de Lula avalia que vai ser possível dar a largada no novo programa no ano que vem. Mas o avanço desse investimento virá de forma progressiva, pensando em 2026. Até porque a verba de 2023, se confirmada, será insuficiente. O argumento é que, de acordo com a equipe de transição, houve um desmonte generalizado do programa, rebatizado no governo Bolsonaro de Casa Verde e Amarela.

+Saiba mais: A dura previsão para a Economia do Brasil após Copom e PEC de Lula 

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